CUIABÁ

POLITÍCA NACIONAL

Cota de 5% em contratos com União para mulheres vítimas de violência vai à Câmara

Publicados

POLITÍCA NACIONAL

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) concluiu a votação do projeto de lei (PL) 3.595/2019, que reserva pelo menos 5% das vagas nas empresas que prestam serviços ao governo federal para mulheres vítimas de violência doméstica ou em situação de vulnerabilidade social. A matéria havia passado por uma primeira votação em setembro e foi aprovada nesta quarta-feira (27) em turno suplementar.

O projeto, do senador Flávio Arns (PSB-PR), recebeu um substitutivo da relatora, senadora Zenaide Maia (PSD-RN). De acordo com o projeto, a cota de 5% vale para contratos com a administração direta, autarquias e fundações, empresas públicas e sociedades de economia mista controladas pela União. A proposição segue para a Câmara dos Deputados, se não houver recurso para a votação no Plenário.

O PL 3.595/2019 recebeu quatro emendas para o turno suplementar na CCJ, todas sugeridas pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A senadora Zenaide Maia acolheu uma delas. Pela emenda, a indisponibilidade de mão de obra com a qualificação necessária para atendimento do objeto contratual não caracteriza descumprimento da cota.

Leia Também:  Proposta muda regras do Fies para beneficiar estudantes de baixa renda

Segundo o PL 3.595/2019, o poder público deve manter um cadastro sigiloso das vítimas de violência. A natureza da contratação precisa ser mantida em sigilo, ficando proibido qualquer tipo de discriminação no exercício das funções. O edital de licitação deve prever a reserva de vagas para todo o período de execução do contrato.

Para Zenaide Maia, a cota pode estimular a inclusão de mulheres no mercado de trabalho e quebrar o ciclo de violência, muitas vezes agravado pela dependência financeira.

— Este projeto é, de longe, o que mais vai reduzir o feminicídio, porque as mulheres vão poder não dormir com o inimigo. Ele começa com agressões e termina matando. As mulheres não vão mais ser obrigadas a dormir com seu agressor — afirmou

A senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS) também elogiou a proposta.

— Este é um problema recorrente. A dependência econômica é a que mais mantem o agressor em casa. É a pior dependência. Que continuemos tendo essas ideias, encontrando saídas e soluções para esse problema tão grave, que é o feminicídio — disse.

Leia Também:  Câmara aprova projeto que suspende cobranças de água e energia durante calamidade pública

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

POLITÍCA NACIONAL

André Janones é internado na UTI por problema cardíaco após debate da Band

Publicados

em

Reprodução

Odeputado federal André Janones (Rede-MG), de 42 anos, foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, na madrugada desta segunda-feira (19), após apresentar um quadro de arritmia cardíaca e falta de ar. A internação ocorreu poucas horas depois do debate presidencial entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), realizado pela Rede Bandeirantes na noite de domingo (18).

A informação foi divulgada pelo portal Metrópoles. Segundo os relatos publicados, Janones apresentou alterações no ritmo dos batimentos cardíacos e precisou receber atendimento médico especializado.

O parlamentar deu entrada no hospital por volta das 2h da madrugada. Apesar da necessidade de internação na UTI, as informações divulgadas apontam que seu quadro clínico é estável.

Deputado acompanhou debate presidencial

Aliado do presidente Lula, André Janones acompanhou o debate promovido pela Band e chegou a utilizar suas redes sociais para comentar o confronto entre os candidatos à Presidência da República.

Após o evento, o deputado publicou vídeos direcionados aos seguidores. Em uma das gravações, relatou estar bastante cansado, situação que chamou a atenção após a divulgação de sua internação.

Leia Também:  Davi recebe manifesto pela regulamentação das redes sociais

Janones é conhecido por sua atuação nas redes sociais e pela participação nas campanhas políticas do presidente Lula, especialmente na mobilização de apoiadores por meio de grupos de WhatsApp.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA