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Comissão debate a matriz energética ideal para o Brasil até 2050

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A Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados debate nesta quinta-feira (12) a matriz energética ideal para o Brasil até 2050. O debate atende a pedido do deputado General Pazuello (PL-RJ) e será realizado a partir das 10 horas, no plenário 14.

Pazuello enfatiza a importância de debater estratégias energéticas para garantir a segurança de suprimento, sustentabilidade ambiental e desenvolvimento socioeconômico do país.

O parlamentar argumenta que a matriz energética brasileira, historicamente sustentada pela geração hidráulica, precisa ser diversificada para atender a uma demanda crescente de energia elétrica, projetada para crescer a uma taxa média anual de 3,5% até 2050, segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE).

Ele destaca ainda o compromisso do Brasil no âmbito do Acordo de Paris para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e a necessidade de ampliar a participação de fontes renováveis na matriz energética.

“Um planejamento energético adequado pode garantir que todas as regiões do país, inclusive as mais vulneráveis, tenham acesso a fontes de energia limpas e acessíveis, promovendo a equidade social”, afirma General Pazuello.

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Da Redação – RL

Fonte: Câmara dos Deputados

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TCU pode avançar nesta semana em fiscalização proposta pela Coronel Fernanda contra venda casada

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O plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) poderá analisar nesta semana a abertura de uma fiscalização preliminar sobre a suposta prática de venda casada na concessão de crédito rural, proposta pela deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT). A iniciativa volta ao centro do debate em um momento de juros elevados, maior endividamento no campo e restrição ao acesso a financiamentos pelos produtores rurais.

A fiscalização foi solicitada pela parlamentar e aprovada pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados no fim do ano passado. Agora, caberá ao TCU decidir se aprofunda a investigação sobre possíveis irregularidades nas operações de crédito rural, especialmente a exigência da contratação de produtos bancários acessórios (seguros, títulos de capitalização, consórcios e investimentos), como condição para a liberação dos financiamentos, prática proibida pelo Código de Defesa do Consumidor.

Para a deputada Coronel Fernanda, o avanço da análise pelo TCU representa um passo fundamental para proteger os produtores e assegurar que o crédito rural cumpra sua função como política pública. “O produtor não pode ser penalizado com custos ocultos e imposições ilegais justamente no momento em que mais precisa de apoio para produzir. Crédito rural não é balcão de vendas de produtos financeiros”, tem defendido a parlamentar.

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Além da venda casada, a proposta de fiscalização prevê a análise da transparência das taxas e encargos cobrados nas operações, bem como a governança e os controles internos das instituições financeiras públicas federais responsáveis pela execução do crédito rural. A atuação do Banco Central do Brasil, órgão supervisor do sistema financeiro, também será objeto da apuração.

A matéria está na pauta do plenário do TCU desta quarta-feira (28/1). Caso aprovada, a fiscalização abrangerá operações realizadas por bancos federais e incluirá uma verificação específica dos recursos oriundos dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte (FNO), Nordeste (FNE) e Centro-Oeste (FCO), que utilizam dinheiro público. A sugestão técnica é que o processo seja relatado pelo ministro Augusto Nardes, que já conduz outras duas auditorias relacionadas ao crédito rural.

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