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Comissão aprova projeto que declara Isaías Alves o patrono da psicologia educacional

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou, em 27 de novembro, o Projeto de Lei 5071/16, que declara Isaías Alves de Almeida o patrono da Psicologia Educacional no Brasil. O texto seguirá para análise do Senado.

O relator, deputado Eduardo Bismarck (PDT-CE), recomendou a aprovação da proposta, de autoria do deputado Félix Mendonça Júnior (PDT-BA). O texto já havia sido aprovado na Comissão de Cultura.

Segundo Mendonça Júnior, Isaías Alves (1888-1968), com carreira docente desde a década de 1910 e uma especialização nos Estados Unidos em 1931, lecionou psicologia educacional na Faculdade de Filosofia da Bahia de 1941 a 1958.

“Em 1926, publicou seu primeiro livro, ‘Teste Individual de Inteligência’, obra  sobre a organização das classes escolares de forma mais homogênea. O critério, além da idade, é o QI (quociente de inteligência)”, disse o autor da proposta.

Advogado e escritor, Isaías Alves foi secretário da Saúde e da Educação da Bahia na gestão do irmão, Landulfo Alves (1938-42). Foi ainda integrante do Conselho Nacional de Educação (1931-58) e da Academia Baiana de Letras, eleito em 1941.

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Da Reportagem/RM
Edição – Marcia Becker

Fonte: Câmara dos Deputados

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TCU pode avançar nesta semana em fiscalização proposta pela Coronel Fernanda contra venda casada

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O plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) poderá analisar nesta semana a abertura de uma fiscalização preliminar sobre a suposta prática de venda casada na concessão de crédito rural, proposta pela deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT). A iniciativa volta ao centro do debate em um momento de juros elevados, maior endividamento no campo e restrição ao acesso a financiamentos pelos produtores rurais.

A fiscalização foi solicitada pela parlamentar e aprovada pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados no fim do ano passado. Agora, caberá ao TCU decidir se aprofunda a investigação sobre possíveis irregularidades nas operações de crédito rural, especialmente a exigência da contratação de produtos bancários acessórios (seguros, títulos de capitalização, consórcios e investimentos), como condição para a liberação dos financiamentos, prática proibida pelo Código de Defesa do Consumidor.

Para a deputada Coronel Fernanda, o avanço da análise pelo TCU representa um passo fundamental para proteger os produtores e assegurar que o crédito rural cumpra sua função como política pública. “O produtor não pode ser penalizado com custos ocultos e imposições ilegais justamente no momento em que mais precisa de apoio para produzir. Crédito rural não é balcão de vendas de produtos financeiros”, tem defendido a parlamentar.

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Além da venda casada, a proposta de fiscalização prevê a análise da transparência das taxas e encargos cobrados nas operações, bem como a governança e os controles internos das instituições financeiras públicas federais responsáveis pela execução do crédito rural. A atuação do Banco Central do Brasil, órgão supervisor do sistema financeiro, também será objeto da apuração.

A matéria está na pauta do plenário do TCU desta quarta-feira (28/1). Caso aprovada, a fiscalização abrangerá operações realizadas por bancos federais e incluirá uma verificação específica dos recursos oriundos dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte (FNO), Nordeste (FNE) e Centro-Oeste (FCO), que utilizam dinheiro público. A sugestão técnica é que o processo seja relatado pelo ministro Augusto Nardes, que já conduz outras duas auditorias relacionadas ao crédito rural.

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