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CAE sabatina indicados para diretorias do Banco Central

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Três indicados para cargos de diretoria no Banco Central devem ser sabatinados na terça-feira (10), a partir das 9h, pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). São eles: Nilton José Schneider David, Izabela Moreira Correa e Gilneu Francisco Astolfi Vivan.

As indicações foram feitas pela Presidência da República e visam preencher duas vagas decorrentes de términos de mandato e também a vaga deixada por Gabriel Galípolo — que teve o nome aprovado para a presidência da instituição.

Entre outras atribuições, o presidente e os diretores do Banco Central compõem a diretoria colegiada da instituição, que define e aprova as orientações para a atuação da entidade, e também compõem o Comitê de Política Monetária (Copom), que define a taxa básica de juros da economia — a Taxa Selic.

Os indicados

Uma das três indicações é a de Nilton José Schneider David (MSF 58/2024), para ocupar a vaga decorrente da indicação Gabriel Galípolo para o cargo de presidente do Banco Central — Galípolo já teve o nome aprovado pelo Senado e deve tomar posse em janeiro de 2025. A indicação de Nilton — que é chefe de operações de tesouraria do Bradesco — tem como relator o senador Rogério Carvalho (PT-SE).

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Outra indicação é a de Izabela Moreira Correa (MSF 59/2024), para a vaga decorrente do fim do mandato de Carolina de Assis Barros em 31 de dezembro. A relatora da indicação é a senadora Zenaide Maia (PSD-RN). Atualmente, Izabela é secretária de Integridade Pública da Controladoria-Geral da União (CGU).

Também deve ser sabatinado Gilneu Francisco Astolfi Vivan (MSF 60/2024), para a vaga decorrente do término do mandato de Otávio Ribeiro Damaso em 31 de dezembro. Atualmente, Gilneu é chefe do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro (Denor) do Banco Central. O relator de sua indicação é o senador Nelsinho Trad (PSD-MS).

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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TCU pode avançar nesta semana em fiscalização proposta pela Coronel Fernanda contra venda casada

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O plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) poderá analisar nesta semana a abertura de uma fiscalização preliminar sobre a suposta prática de venda casada na concessão de crédito rural, proposta pela deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT). A iniciativa volta ao centro do debate em um momento de juros elevados, maior endividamento no campo e restrição ao acesso a financiamentos pelos produtores rurais.

A fiscalização foi solicitada pela parlamentar e aprovada pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados no fim do ano passado. Agora, caberá ao TCU decidir se aprofunda a investigação sobre possíveis irregularidades nas operações de crédito rural, especialmente a exigência da contratação de produtos bancários acessórios (seguros, títulos de capitalização, consórcios e investimentos), como condição para a liberação dos financiamentos, prática proibida pelo Código de Defesa do Consumidor.

Para a deputada Coronel Fernanda, o avanço da análise pelo TCU representa um passo fundamental para proteger os produtores e assegurar que o crédito rural cumpra sua função como política pública. “O produtor não pode ser penalizado com custos ocultos e imposições ilegais justamente no momento em que mais precisa de apoio para produzir. Crédito rural não é balcão de vendas de produtos financeiros”, tem defendido a parlamentar.

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Além da venda casada, a proposta de fiscalização prevê a análise da transparência das taxas e encargos cobrados nas operações, bem como a governança e os controles internos das instituições financeiras públicas federais responsáveis pela execução do crédito rural. A atuação do Banco Central do Brasil, órgão supervisor do sistema financeiro, também será objeto da apuração.

A matéria está na pauta do plenário do TCU desta quarta-feira (28/1). Caso aprovada, a fiscalização abrangerá operações realizadas por bancos federais e incluirá uma verificação específica dos recursos oriundos dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte (FNO), Nordeste (FNE) e Centro-Oeste (FCO), que utilizam dinheiro público. A sugestão técnica é que o processo seja relatado pelo ministro Augusto Nardes, que já conduz outras duas auditorias relacionadas ao crédito rural.

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