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Thiago Silva cobra pagamento a médicos e atendimento na Santa Casa em Rondonópolis

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O deputado estadual Thiago Silva (MDB) demonstrou preocupação, e apresentou cobrança, durante a sessão plenária desta quarta-feira (2), sobre a falta de pagamento aos profissionais e o caos instalado na Santa Casa de Misericórdia, em Rondonópolis.

“É lamentável que hoje a Santa Casa não esteja realizando cirurgias eletivas e consultas, por conta de falhas administrativas e falta de pagamento aos profissionais. Cobramos aqui na Assembleia, durante o mandato, que o governo pudesse regularizar os repasses para estruturar o atendimento na Santa Casa e precisamos que a população receba um tratamento digno e com celeridade”, cobrou o deputado.

De acordo com os médicos que fizeram a paralisação, desde 29 de março, já são setes meses sem o recebimento de salários. A Secretaria Estadual de Saúde (SES) informou que os pagamentos que são feitos para a Prefeitura de Rondonópolis estão em dia, e o Executivo tem a obrigação de realizar o repasse para a Santa Casa, que presta atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para milhares de pessoas da região sudeste.

Thiago Silva reforçou sua preocupação com a falta de atendimento nas áreas de ortopedia, oncologia, maternidade, entre outras. “A Santa Casa parece uma novela sem fim, que se arrasta há muito tempo. Eu mesmo destinei R$ 1 milhão em emendas para o Hospital que é importante para a nossa cidade e região. Quem sofre é o povo mais humilde, que não tem condições de pagar um plano de saúde e espera o atendimento de qualidade no SUS. Como representante do povo, quero fazer em público essa cobrança para que se resolva esta situação”, reforçou.

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Fonte: ALMT – MT

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Medeiros pede bloqueio de valores pagos por Vorcaro à esposa de ministro Alexandre de Moraes

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O deputado federal José Medeiros (PL) protocolou uma representação junto a órgãos de controle pedindo o bloqueio de valores, ativos e bens pagos por Daniel Vorcaro a Viviane Barcy, esposa do ministro Alexandre de Moraes. Medeiros justifica que há fortes indícios de um esquema financeiro de grandes proporções, com risco de prejuízo bilionário aos cofres públicos, e pede investigação.

O documento foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR), ao Tribunal de Contas da União (TCU), ao Banco Central, à Polícia Federal, à Controladoria-Geral da União (CGU), ao Ministério Público Federal (MPF) e ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), solicitando a adoção de medidas cautelares, incluindo o bloqueio de ativos e bens, além da instauração de notícias-crime.

Na representação, o parlamentar afirma que há suspeitas envolvendo movimentações financeiras consideradas atípicas entre o empresário Daniel Vorcaro e Viviane Barcy, com possível uso de estruturas complexas para ocultação de recursos e dificultar a rastreabilidade das operações. Viviane Barcy recebeu R$ 80 milhões de um contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master, alvo de investigação por fraudes no sistema financeiro.

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No pedido, Medeiros solicita que o Banco Central atue de forma imediata para rastrear movimentações, identificar contas vinculadas e monitorar transferências, inclusive internacionais, além de adotar medidas para evitar a dispersão dos recursos.

O parlamentar também pede investigação ampla sobre eventual participação de agentes públicos, destacando a necessidade de apuração por parte da PGR, inclusive em casos que envolvam autoridades com foro privilegiado.

“Diante da gravidade desses fatos, do risco de um prejuízo enorme e da possibilidade de sumirem com o patrimônio, é preciso uma atuação firme e imediata dos órgãos de controle. É necessário bloquear os valores, preservar os bens e investigar tudo a fundo, inclusive para apurar a responsabilidade de possíveis autoridades envolvidas”, afirmou.

A representação também ressalta que a demora na adoção de medidas pode comprometer a recuperação de valores e prejudicar as investigações, aumentando o risco de prejuízo ao erário.

Entre os pedidos estão o bloqueio imediato dos valores envolvidos, a indisponibilidade de bens, a abertura de investigações pela Polícia Federal e a realização de auditorias pelo TCU, além do compartilhamento de informações entre os órgãos.

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