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Professora Marildes Ferreira assume mandato de deputada no lugar do Dr. Eugênio

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A professora Marildes Ferreira (PSB) assumiu mandato de deputada estadual por 30 dias no lugar do deputado Dr. Eugênio nesta quarta-feira (19), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Nas eleições de 2022, ela obteve 9.864 votos, sendo a mulher mais votada dentro do seu partido.

Com a licença da deputada Janaina Riva (MDB), a professora passa a ser atualmente a única mulher representante na Assembleia Legislativa. Ela agradeceu ao deputado Dr. Eugênio pela licença e ao deputado Roni Magnani que cedeu a vaga. Deputado Dr. Eugênio tirou licença de 121 dias para tratamento de saúde, mas pode retornar antes do prazo.

A nova deputada disse que seu caminho é a educação, mas que sabe das necessidades da população. “Nós mulheres somos capazes. Nós damos conta. Basta que acreditemos e vamos à luta em todos os nossos objetivos”, disse sobre a força social e profissional das mulheres.

“Eu mudei a minha vida. E quando mudei a minha vida, eu mudei daqueles que vivem ao meu lado. E eu decidi estender essa melhora de vida a todos àqueles que eu possa alcançar. O povo mato-grossense e a minha cidade de Rondonópolis”, resumiu a professora Marildes Ferreira sua história e atuação.

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Perfil – Servidora pública, a professora Marildes também é historiadora e mestre em História Social e Antropológica. Professora Marildes foi vereadora em Rondonópolis e já disputou mandato de deputada federal em 2018, sendo a mais votada na cidade naquela eleição, com 19.194 votos (20,36%).

Ela foi vereadora por três mandatos de Rondonópolis, o último entre 2021 e 2024. Foi à reeleição em 2024 e ficou suplente. Já ocupou também o cargo de secretária de Saúde de Rondonópolis, entre 2013 e 2016, na gestão do ex-prefeito Percival Muniz. Na administração ela foi reconhecida como a terceira melhor gestora da saúde pelo Ministério da Saúde.

Fonte: ALMT – MT

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Medeiros pede bloqueio de valores pagos por Vorcaro à esposa de ministro Alexandre de Moraes

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O deputado federal José Medeiros (PL) protocolou uma representação junto a órgãos de controle pedindo o bloqueio de valores, ativos e bens pagos por Daniel Vorcaro a Viviane Barcy, esposa do ministro Alexandre de Moraes. Medeiros justifica que há fortes indícios de um esquema financeiro de grandes proporções, com risco de prejuízo bilionário aos cofres públicos, e pede investigação.

O documento foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR), ao Tribunal de Contas da União (TCU), ao Banco Central, à Polícia Federal, à Controladoria-Geral da União (CGU), ao Ministério Público Federal (MPF) e ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), solicitando a adoção de medidas cautelares, incluindo o bloqueio de ativos e bens, além da instauração de notícias-crime.

Na representação, o parlamentar afirma que há suspeitas envolvendo movimentações financeiras consideradas atípicas entre o empresário Daniel Vorcaro e Viviane Barcy, com possível uso de estruturas complexas para ocultação de recursos e dificultar a rastreabilidade das operações. Viviane Barcy recebeu R$ 80 milhões de um contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master, alvo de investigação por fraudes no sistema financeiro.

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No pedido, Medeiros solicita que o Banco Central atue de forma imediata para rastrear movimentações, identificar contas vinculadas e monitorar transferências, inclusive internacionais, além de adotar medidas para evitar a dispersão dos recursos.

O parlamentar também pede investigação ampla sobre eventual participação de agentes públicos, destacando a necessidade de apuração por parte da PGR, inclusive em casos que envolvam autoridades com foro privilegiado.

“Diante da gravidade desses fatos, do risco de um prejuízo enorme e da possibilidade de sumirem com o patrimônio, é preciso uma atuação firme e imediata dos órgãos de controle. É necessário bloquear os valores, preservar os bens e investigar tudo a fundo, inclusive para apurar a responsabilidade de possíveis autoridades envolvidas”, afirmou.

A representação também ressalta que a demora na adoção de medidas pode comprometer a recuperação de valores e prejudicar as investigações, aumentando o risco de prejuízo ao erário.

Entre os pedidos estão o bloqueio imediato dos valores envolvidos, a indisponibilidade de bens, a abertura de investigações pela Polícia Federal e a realização de auditorias pelo TCU, além do compartilhamento de informações entre os órgãos.

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