POLÍTICA MT
Presidente Botelho visita acolhidos da Fundação Abrigo Bom Jesus
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Foto: MAURICIO BARBANT / ALMT
O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Eduardo Botelho (União Brasil), visitou os acolhidos da Fundação Abrigo Bom Jesus, de Cuiabá, na quinta-feira (17). Momento de descontração, entretenimento e muita atenção àqueles que já contribuíram muito e, hoje, vivem longe de seus familiares.
Amigo do lar dos idosos , Botelho faz questão de estar sempre no local. Recentemente, preparou um almoço aos 82 acolhidos. A carne com banana verde foi um sucesso. Também destina doações e emendas para ajudar. Trabalho voluntário que faz toda a diferença a quem precisa.
José Gonçalves Duarte, presidente do Abrigo Bom Jesus, disse que ações como essa incentivam a sociedade a participar mais. “É uma alegria muito grande ter o deputado Botelho sempre parceiro da fundação. Recebê-lo é motivo de festa porque já é da fundação, sempre nos ajuda com doações, entende as nossas necessidades de ajuda da sociedade, que a mantém com doações”, disse Duarte, que articula recursos para a reforma dos 38 quartos do abrigo.
Os acolhidos aproveitam o momento de descontração com os visitantes. Um deles foi o grupo Ritmistas do Bloco Vaidade de Cuiabá, que agradaram os acolhidos com boa música.
O deputado Botelho chama a atenção sobre a importância de levar solidariedade e carinho ao próximo, especialmente àqueles que já contribuíram muito à sociedade.
“As famílias não têm condições de tê-los em casa. Então, aqui têm o tratamento digno e a Assembleia Legislativa e todos os deputados têm ajudado essas instituições. Destinei emendas para ajudar na reforma e melhorias estruturais. Mas, melhor que isso, é ver a alegria deles de receber visitas, doações. É gratificante, a melhor coisa que tem é amenizar o sofrimento do próximo e suprir as necessidades básicas, além de dar carinho a essas pessoas”, concluiu o parlamentar.
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Medeiros pede bloqueio de valores pagos por Vorcaro à esposa de ministro Alexandre de Moraes
O deputado federal José Medeiros (PL) protocolou uma representação junto a órgãos de controle pedindo o bloqueio de valores, ativos e bens pagos por Daniel Vorcaro a Viviane Barcy, esposa do ministro Alexandre de Moraes. Medeiros justifica que há fortes indícios de um esquema financeiro de grandes proporções, com risco de prejuízo bilionário aos cofres públicos, e pede investigação.
O documento foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR), ao Tribunal de Contas da União (TCU), ao Banco Central, à Polícia Federal, à Controladoria-Geral da União (CGU), ao Ministério Público Federal (MPF) e ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), solicitando a adoção de medidas cautelares, incluindo o bloqueio de ativos e bens, além da instauração de notícias-crime.
Na representação, o parlamentar afirma que há suspeitas envolvendo movimentações financeiras consideradas atípicas entre o empresário Daniel Vorcaro e Viviane Barcy, com possível uso de estruturas complexas para ocultação de recursos e dificultar a rastreabilidade das operações. Viviane Barcy recebeu R$ 80 milhões de um contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master, alvo de investigação por fraudes no sistema financeiro.
No pedido, Medeiros solicita que o Banco Central atue de forma imediata para rastrear movimentações, identificar contas vinculadas e monitorar transferências, inclusive internacionais, além de adotar medidas para evitar a dispersão dos recursos.
O parlamentar também pede investigação ampla sobre eventual participação de agentes públicos, destacando a necessidade de apuração por parte da PGR, inclusive em casos que envolvam autoridades com foro privilegiado.
“Diante da gravidade desses fatos, do risco de um prejuízo enorme e da possibilidade de sumirem com o patrimônio, é preciso uma atuação firme e imediata dos órgãos de controle. É necessário bloquear os valores, preservar os bens e investigar tudo a fundo, inclusive para apurar a responsabilidade de possíveis autoridades envolvidas”, afirmou.
A representação também ressalta que a demora na adoção de medidas pode comprometer a recuperação de valores e prejudicar as investigações, aumentando o risco de prejuízo ao erário.
Entre os pedidos estão o bloqueio imediato dos valores envolvidos, a indisponibilidade de bens, a abertura de investigações pela Polícia Federal e a realização de auditorias pelo TCU, além do compartilhamento de informações entre os órgãos.
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