POLÍTICA MT
Núcleo Ambiental e Desenvolvimento Econômico define membros e presidentes de três comissões
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Quatro dos cinco membros titulares da Comissão de Indústria, Comércio e Turismo são parlamentares de primeiro mandato
Foto: ANGELO VARELA / ALMT
Três comissões permanentes que compõem o Núcleo Ambiental e Desenvolvimento Econômico foram instaladas na Assembleia Legislativa de Mato Grosso. A Comissão de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Recursos Minerais será presidida pelo deputado estadual Carlos Avallone (PSDB); a Comissão de Revisão Territorial dos Municípios e das Cidades terá o deputado Thiago Silva (MDB) no comando dos trabalhos, e o deputado Diego Guimarães (Republicanos) vai presidir a Comissão de Indústria, Comércio e Turismo.
Na tarde desta quinta-feira (16), os membros da Comissão de Revisão Territorial dos Municípios e das Cidades instalaram e elegeram presidente e vice-presidente. Serão titulares da comissão os deputados Valmir Moretto (Republicanos), Valdir Barranco (PT), Sebastião Rezende (União), Thiago Silva como presidente e Gilberto Cattani como vice-presidente. Os deputados Fabinho (PSB), Dr. João (MDB), Cláudio Ferreira (PTB), Nininho (PSD) e Paulo Araújo são os membros suplentes.
Thiago Silva destacou a importância dos trabalhos da Comissão para discutir e avançar com relação à situação das áreas dos municípios. “Mato Grosso é um estado de tamanho continental e tem muitos municípios que precisam passar por uma revisão de área, que acabam recebendo demanda da população de cidades vizinhas por estar mais próximos administrativamente, aumentando custo com educação, saúde. Nós avançamos nas discussões nos últimos anos, mas precisamos dar continuidade, ouvir a sociedade, as lideranças, vereadores e prefeitos para que possamos promover a revisão territorial de forma democrática e respeitosa”.
Ainda na tarde desta quinta-feira, os deputados Fabinho (PSB), Beto Dois a Um (PSB), Juca do Guaraná (MDB) e Diego Guimarães instalaram a Comissão de Indústria, Comércio e Turismo. Além de Diego Guimarães, que vai presidir a Comissão, Juca do Guaraná foi eleito vice-presidente. Ainda compõem o quadro de titulares o deputado Faissal Calil (PV). Os suplentes são Valmir Moretto (Republicano), Janaina Riva (MDB), Cláudio Ferreira, Wilson Santos (PSD) e Carlos Avallone (PSDB).
Para o presidente eleito, Diego Guimarães, além de analisar as propostas que legislam sobre os setores da indústria, comércio e turismo, a Comissão deverá promover debates sobre o desenvolvimento econômico e social. “Muito se fala do grande agro, das grandes indústrias, mas temos que lembrar que existe o pequeno comerciante, o empreendedor, um mercado com potencial no campo do turismo que precisa de atenção para que todas essas cadeias possam gerar riquezas e renda para nosso estado”, destacou Guimarães.
Como começo, Diego Guimarães afirmou que a comissão vai acompanhar o processo de instalação do gasoduto, saber se está de acordo com a demanda do setor industrial da capital, como está sendo feito. “Vamos estar nas ruas, nas cidades, para ouvir as demandas e atuar como porta-voz do povo”, concluiu o parlamentar.
O deputado Fabinho, que compõe a Comissão, falou sobre a necessidade de políticas públicas para incentivar e atrair indústrias, grandes empresas para transformar as riquezas aqui produzidas e agregar valor. “Não podemos ser só grandes exportadores. Quando uma grande empresa ou uma indústria se instala num municípios, ela muda a realidade daquela região, das pessoas que vivem ali”, defendeu o deputado Fabinho.
A Comissão de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Recursos Minerais foi instalada na tarde de quarta-feira (15), na antessala do Plenário das Deliberações. O deputado Carlos Avallone foi eleito presidente e Wilson Santos (PSD) será o vice-presidente. Ainda compõem a comissão os deputados Max Russi (PSB), Juca do Guaraná e Elizeu Nascimento (PL). Como suplentes assumiram Dr. João (MDB), Gilberto Cattani (PL), Fabinho (PSB), Lúdio Cabral (PT) e Beto Dois a Um.
Fonte: ALMT
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Medeiros pede bloqueio de valores pagos por Vorcaro à esposa de ministro Alexandre de Moraes
O deputado federal José Medeiros (PL) protocolou uma representação junto a órgãos de controle pedindo o bloqueio de valores, ativos e bens pagos por Daniel Vorcaro a Viviane Barcy, esposa do ministro Alexandre de Moraes. Medeiros justifica que há fortes indícios de um esquema financeiro de grandes proporções, com risco de prejuízo bilionário aos cofres públicos, e pede investigação.
O documento foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR), ao Tribunal de Contas da União (TCU), ao Banco Central, à Polícia Federal, à Controladoria-Geral da União (CGU), ao Ministério Público Federal (MPF) e ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), solicitando a adoção de medidas cautelares, incluindo o bloqueio de ativos e bens, além da instauração de notícias-crime.
Na representação, o parlamentar afirma que há suspeitas envolvendo movimentações financeiras consideradas atípicas entre o empresário Daniel Vorcaro e Viviane Barcy, com possível uso de estruturas complexas para ocultação de recursos e dificultar a rastreabilidade das operações. Viviane Barcy recebeu R$ 80 milhões de um contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master, alvo de investigação por fraudes no sistema financeiro.
No pedido, Medeiros solicita que o Banco Central atue de forma imediata para rastrear movimentações, identificar contas vinculadas e monitorar transferências, inclusive internacionais, além de adotar medidas para evitar a dispersão dos recursos.
O parlamentar também pede investigação ampla sobre eventual participação de agentes públicos, destacando a necessidade de apuração por parte da PGR, inclusive em casos que envolvam autoridades com foro privilegiado.
“Diante da gravidade desses fatos, do risco de um prejuízo enorme e da possibilidade de sumirem com o patrimônio, é preciso uma atuação firme e imediata dos órgãos de controle. É necessário bloquear os valores, preservar os bens e investigar tudo a fundo, inclusive para apurar a responsabilidade de possíveis autoridades envolvidas”, afirmou.
A representação também ressalta que a demora na adoção de medidas pode comprometer a recuperação de valores e prejudicar as investigações, aumentando o risco de prejuízo ao erário.
Entre os pedidos estão o bloqueio imediato dos valores envolvidos, a indisponibilidade de bens, a abertura de investigações pela Polícia Federal e a realização de auditorias pelo TCU, além do compartilhamento de informações entre os órgãos.
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