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Nova Ubiratã recebe mais de R$ 1,3 milhão em emendas

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Foto: Walisson Soares dos Santos / Assessoria de Gabinete

Situado na região médio norte de Mato Grosso, o município de Nova Ubiratã foi contemplado pelo deputado estadual Xuxu Dal Molin (PSC) com a destinação de R$ 1.325.531,00 em emendas parlamentares.

O município que ocupa a 6ª posição no ranking das cidades mais ricas do agronegócio brasileiro, segundo dados divulgado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), enfrenta dificuldades para garantir a manutenção de serviços considerados essenciais, entre eles; educação, infraestrutura, saúde e agricultura familiar.

 “Nova Ubiratã está entre os vinte municípios mais extensos de Mato Grosso. São 6 distritos, sendo um deles localizado a 150 quilômetros do perímetro urbano. Daí a necessidade auxiliarmos para que o serviço público chegue até a ponta. Ou seja, naquele morador da comunidade mais longínqua e que também precisa ser assistido pela administração municipal”, pontua Dal Molin.

Ainda de acordo com o parlamentar, a destinação dos recursos foi definida conforme as demandas levadas pelos vereadores do município, Wellyngton Tavares (MDB), Cristiane Feijó (MDB), Jozias da Fonseca e Sidiney Ferreira da Silva (DEM).

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Os recursos destinados pelo parlamentar foram utilizados na aquisição de uma ambulância (R$ 249.965,00), uma patrulha mecanizada (R$ 238.900,00) um veículo para o Conselho Tutelar (R$ 120.000,00), implantação de duas torres de telefonia móvel nos distritos de Piratininga e Entre Rios (R$ 566.666,66) e a perfuração de dois poços artesianos na aldeia indígena Kiyagaluwa (R$ 150.000,00).

“Nossa administração tem se empenhado para atender a todos, sem exceção. Porém, nossa demanda é grande e a cada dia cresce mais. Agradeço ao deputado por ter priorizado Nova Ubiratã”, ressalta o prefeito de Nova Ubiratã, Edegar José Bernardi (PRTB).

Fonte: ALMT

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Medeiros pede bloqueio de valores pagos por Vorcaro à esposa de ministro Alexandre de Moraes

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O deputado federal José Medeiros (PL) protocolou uma representação junto a órgãos de controle pedindo o bloqueio de valores, ativos e bens pagos por Daniel Vorcaro a Viviane Barcy, esposa do ministro Alexandre de Moraes. Medeiros justifica que há fortes indícios de um esquema financeiro de grandes proporções, com risco de prejuízo bilionário aos cofres públicos, e pede investigação.

O documento foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR), ao Tribunal de Contas da União (TCU), ao Banco Central, à Polícia Federal, à Controladoria-Geral da União (CGU), ao Ministério Público Federal (MPF) e ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), solicitando a adoção de medidas cautelares, incluindo o bloqueio de ativos e bens, além da instauração de notícias-crime.

Na representação, o parlamentar afirma que há suspeitas envolvendo movimentações financeiras consideradas atípicas entre o empresário Daniel Vorcaro e Viviane Barcy, com possível uso de estruturas complexas para ocultação de recursos e dificultar a rastreabilidade das operações. Viviane Barcy recebeu R$ 80 milhões de um contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master, alvo de investigação por fraudes no sistema financeiro.

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No pedido, Medeiros solicita que o Banco Central atue de forma imediata para rastrear movimentações, identificar contas vinculadas e monitorar transferências, inclusive internacionais, além de adotar medidas para evitar a dispersão dos recursos.

O parlamentar também pede investigação ampla sobre eventual participação de agentes públicos, destacando a necessidade de apuração por parte da PGR, inclusive em casos que envolvam autoridades com foro privilegiado.

“Diante da gravidade desses fatos, do risco de um prejuízo enorme e da possibilidade de sumirem com o patrimônio, é preciso uma atuação firme e imediata dos órgãos de controle. É necessário bloquear os valores, preservar os bens e investigar tudo a fundo, inclusive para apurar a responsabilidade de possíveis autoridades envolvidas”, afirmou.

A representação também ressalta que a demora na adoção de medidas pode comprometer a recuperação de valores e prejudicar as investigações, aumentando o risco de prejuízo ao erário.

Entre os pedidos estão o bloqueio imediato dos valores envolvidos, a indisponibilidade de bens, a abertura de investigações pela Polícia Federal e a realização de auditorias pelo TCU, além do compartilhamento de informações entre os órgãos.

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