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Moacyr Couto assume cadeira na ALMT com licença do deputado Paulo Araújo

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O suplente de deputado estadual Moacyr Couto Filho (PP) assumiu, durante sessão ordinária nesta quarta-feira (11), na Assembleia Legislativa, a cadeira parlamentar do deputado Paulo Araújo (PP), que se licenciou da Casa de Leis por 121 dias.

Empresário, Moacyr Couto Filho é o segundo suplente do PP e tem base política na região do Vale do Araguaia. O primeiro suplente da vaga, médico Arnaldo Xavier, de Mirassol D’Oeste, cedeu espaço para que Couto Filho estreasse na Assembleia e representasse a região do Araguaia, que conta apenas com um deputado, o médico Dr. Eugênio, de Água Boa.

“Assumo durante a licença do deputado Paulo Araújo. Mesmo que temporariamente, quero deixar uma marca. Foram quase 13 mil votos distribuídos em 117 municípios do nosso estado. Os compromissos assumidos em palanque serão os meus propósitos nesta Casa de Leis. Estejam certos que saberei honrar a confiança de todos vocês”, disse o suplente em plenário.

Moacyr Couto fez questão de agradecer o deputado Paulo Araújo. “Agradeço ao deputado Paulo Araújo e demais lideranças do PP que entenderam que política se faz com união e desprendimento, onde todos podem atuar em conjunto pelo bem de sua comunidade. É a certeza que Barra do Garças volta ao cenário estadual com um legitimo representante na Assembleia”, destacou.

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O deputado Dr. Eugênio (PSB) deu as boas-vindas ao deputado Moacyr Couto. “Há muitos anos nosso Araguaia não tinha dois representantes como ocorre agora neste Parlamento. Temos pautas importantes para a região, como a [pauta] das áreas úmidas do Araguaia. Você chega num momento histórico, num momento em que 30% das obras do Governo do Estado estão no Araguaia. Tenho certeza que vamos transformar a região”, disse o parlamentar.

Fonte: ALMT – MT

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Medeiros pede bloqueio de valores pagos por Vorcaro à esposa de ministro Alexandre de Moraes

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O deputado federal José Medeiros (PL) protocolou uma representação junto a órgãos de controle pedindo o bloqueio de valores, ativos e bens pagos por Daniel Vorcaro a Viviane Barcy, esposa do ministro Alexandre de Moraes. Medeiros justifica que há fortes indícios de um esquema financeiro de grandes proporções, com risco de prejuízo bilionário aos cofres públicos, e pede investigação.

O documento foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR), ao Tribunal de Contas da União (TCU), ao Banco Central, à Polícia Federal, à Controladoria-Geral da União (CGU), ao Ministério Público Federal (MPF) e ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), solicitando a adoção de medidas cautelares, incluindo o bloqueio de ativos e bens, além da instauração de notícias-crime.

Na representação, o parlamentar afirma que há suspeitas envolvendo movimentações financeiras consideradas atípicas entre o empresário Daniel Vorcaro e Viviane Barcy, com possível uso de estruturas complexas para ocultação de recursos e dificultar a rastreabilidade das operações. Viviane Barcy recebeu R$ 80 milhões de um contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master, alvo de investigação por fraudes no sistema financeiro.

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No pedido, Medeiros solicita que o Banco Central atue de forma imediata para rastrear movimentações, identificar contas vinculadas e monitorar transferências, inclusive internacionais, além de adotar medidas para evitar a dispersão dos recursos.

O parlamentar também pede investigação ampla sobre eventual participação de agentes públicos, destacando a necessidade de apuração por parte da PGR, inclusive em casos que envolvam autoridades com foro privilegiado.

“Diante da gravidade desses fatos, do risco de um prejuízo enorme e da possibilidade de sumirem com o patrimônio, é preciso uma atuação firme e imediata dos órgãos de controle. É necessário bloquear os valores, preservar os bens e investigar tudo a fundo, inclusive para apurar a responsabilidade de possíveis autoridades envolvidas”, afirmou.

A representação também ressalta que a demora na adoção de medidas pode comprometer a recuperação de valores e prejudicar as investigações, aumentando o risco de prejuízo ao erário.

Entre os pedidos estão o bloqueio imediato dos valores envolvidos, a indisponibilidade de bens, a abertura de investigações pela Polícia Federal e a realização de auditorias pelo TCU, além do compartilhamento de informações entre os órgãos.

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