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Lúdio Cabral recomenda que escolas sejam postos de vacinação contra covid para crianças

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

O deputado estadual e médico sanitarista Lúdio Cabral (PT) apresenta, na sessão desta quarta-feira (9), requerimento ao governador e ao secretário de Estado de Saúde para que as escolas se tornem postos de vacinação contra a Covid-19, para ampliar a imunização das crianças em Mato Grosso. Levantamento feito por Lúdio na terça-feira (8) mostrou que menos de 33 mil crianças entre 5 e 11 anos receberam a vacina contra covid no estado, o que corresponde a cerca de 6% da população dessa faixa etária.

Lúdio recomenda que o início do ano letivo seja acompanhado do início da vacinação nas escolas, e que a vacina seja aplicada nas crianças mediante autorização dos pais ou responsáveis. Além do requerimento ao governo, o parlamentar enviou também ofícios com a recomendação à Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) e ao Conselho das Secretarias Municipais de Saúde (Cosems).

“Menos de 33 mil crianças entre 5 e 11 anos receberam a 1ª dose da vacina contra a covid, dentre as quase 500 mil que moram em Mato Grosso. Em meio ao tsunami provocado pela variante ômicron, no início do ano letivo, com o retorno das aulas presenciais, as crianças deveriam estar sendo vacinadas dentro das escolas. Esse é o esforço que o governo e prefeitura deveriam estar fazendo agora para ampliar a cobertura vacinal e proteger as crianças da covid”, disse Lúdio.

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A variante ômicron provocou novo aumento dos casos de covid-19 no Brasil e em Mato Grosso. O deputado explicou que as vacinas protegem contra as formas graves da doença, de modo a evitar a intubação e a morte. Ele destacou também a necessidade de manter os cuidados como uso de máscaras, distanciamento físico e higiene das mãos com água e sabão ou álcool em gel para evitar o contágio.

Fonte: ALMT

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Medeiros pede bloqueio de valores pagos por Vorcaro à esposa de ministro Alexandre de Moraes

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O deputado federal José Medeiros (PL) protocolou uma representação junto a órgãos de controle pedindo o bloqueio de valores, ativos e bens pagos por Daniel Vorcaro a Viviane Barcy, esposa do ministro Alexandre de Moraes. Medeiros justifica que há fortes indícios de um esquema financeiro de grandes proporções, com risco de prejuízo bilionário aos cofres públicos, e pede investigação.

O documento foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR), ao Tribunal de Contas da União (TCU), ao Banco Central, à Polícia Federal, à Controladoria-Geral da União (CGU), ao Ministério Público Federal (MPF) e ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), solicitando a adoção de medidas cautelares, incluindo o bloqueio de ativos e bens, além da instauração de notícias-crime.

Na representação, o parlamentar afirma que há suspeitas envolvendo movimentações financeiras consideradas atípicas entre o empresário Daniel Vorcaro e Viviane Barcy, com possível uso de estruturas complexas para ocultação de recursos e dificultar a rastreabilidade das operações. Viviane Barcy recebeu R$ 80 milhões de um contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master, alvo de investigação por fraudes no sistema financeiro.

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No pedido, Medeiros solicita que o Banco Central atue de forma imediata para rastrear movimentações, identificar contas vinculadas e monitorar transferências, inclusive internacionais, além de adotar medidas para evitar a dispersão dos recursos.

O parlamentar também pede investigação ampla sobre eventual participação de agentes públicos, destacando a necessidade de apuração por parte da PGR, inclusive em casos que envolvam autoridades com foro privilegiado.

“Diante da gravidade desses fatos, do risco de um prejuízo enorme e da possibilidade de sumirem com o patrimônio, é preciso uma atuação firme e imediata dos órgãos de controle. É necessário bloquear os valores, preservar os bens e investigar tudo a fundo, inclusive para apurar a responsabilidade de possíveis autoridades envolvidas”, afirmou.

A representação também ressalta que a demora na adoção de medidas pode comprometer a recuperação de valores e prejudicar as investigações, aumentando o risco de prejuízo ao erário.

Entre os pedidos estão o bloqueio imediato dos valores envolvidos, a indisponibilidade de bens, a abertura de investigações pela Polícia Federal e a realização de auditorias pelo TCU, além do compartilhamento de informações entre os órgãos.

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