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Francis Maris e Claudio Senna assumem cadeiras na ALMT

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Os deputados estaduais Faissal Calil (Cidadania) e Cláudio Ferreira (PL), se licenciaram nesta quinta-feira (7), da Assembleia Legislativa (ALMT), por 121 dias. Nas vagas, assumiram os suplentes Francis Maris (PSDB) e Claudio Senna (PRD), respectivamente. Os dois suplentes leram o compromisso de posse durante sessão ordinária. No caso do deputado Francis Maris, a última passagem do suplente na ALMT foi em maio de 2023, quando aprovou dois projetos de lei e mais de 50 indicações num período de 30 dias em que esteve na Casa.

Ex-prefeito de Cáceres, Maris disse que seu foco, nessa nova passagem pelo Parlamento, é olhar para a sua cidade. “Dessa vez, vamos trabalhar mais pela nossa ‘Princesinha do Paraguai’. O desafio agora é finalizar todos nossos encaminhamentos feitos no ano passado, a fim de trazer mais recursos e, assim, o desenvolvimento para Cáceres”, disse o deputado na tribuna.

Claudio Senna (PRD), que tem base eleitoral em Lucas do Rio Verde, agradeceu ao deputado Claudio Ferreira pela oportunidade de assumir o mandato. “Vou honrar os votos de confiança. Procurarei fazer tudo para um Mato Grosso cada vez melhor para o seu cidadão. Estou pronto para servir minha comunidade e contribuir para o crescimento de Lucas do Rio Verde”, argumentou em discurso na tribuna.

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Segundo Senna, sua chegada ao Parlamento reforça a representação do médio-norte por conta da posse recente do suplente Wlad Mesquita. “Agora, Lucas do Rio Verde tem dois deputados nesta Casa de Leis. O médio-norte e o Norte mato-grossenses vêm crescendo politicamente e podemos dizer que Lucas do Rio Verde é um berço da política de Mato Grosso, temos um ex-ministro da Agricultura e que é secretário de Política Agrícola, Neri Geller; temos o ministro da Agricultura Carlos Fávaro; o vice-governador Otaviano Pivetta e, agora, dois deputados estaduais”, concluiu


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Fonte: ALMT – MT

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Medeiros pede bloqueio de valores pagos por Vorcaro à esposa de ministro Alexandre de Moraes

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O deputado federal José Medeiros (PL) protocolou uma representação junto a órgãos de controle pedindo o bloqueio de valores, ativos e bens pagos por Daniel Vorcaro a Viviane Barcy, esposa do ministro Alexandre de Moraes. Medeiros justifica que há fortes indícios de um esquema financeiro de grandes proporções, com risco de prejuízo bilionário aos cofres públicos, e pede investigação.

O documento foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR), ao Tribunal de Contas da União (TCU), ao Banco Central, à Polícia Federal, à Controladoria-Geral da União (CGU), ao Ministério Público Federal (MPF) e ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), solicitando a adoção de medidas cautelares, incluindo o bloqueio de ativos e bens, além da instauração de notícias-crime.

Na representação, o parlamentar afirma que há suspeitas envolvendo movimentações financeiras consideradas atípicas entre o empresário Daniel Vorcaro e Viviane Barcy, com possível uso de estruturas complexas para ocultação de recursos e dificultar a rastreabilidade das operações. Viviane Barcy recebeu R$ 80 milhões de um contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master, alvo de investigação por fraudes no sistema financeiro.

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No pedido, Medeiros solicita que o Banco Central atue de forma imediata para rastrear movimentações, identificar contas vinculadas e monitorar transferências, inclusive internacionais, além de adotar medidas para evitar a dispersão dos recursos.

O parlamentar também pede investigação ampla sobre eventual participação de agentes públicos, destacando a necessidade de apuração por parte da PGR, inclusive em casos que envolvam autoridades com foro privilegiado.

“Diante da gravidade desses fatos, do risco de um prejuízo enorme e da possibilidade de sumirem com o patrimônio, é preciso uma atuação firme e imediata dos órgãos de controle. É necessário bloquear os valores, preservar os bens e investigar tudo a fundo, inclusive para apurar a responsabilidade de possíveis autoridades envolvidas”, afirmou.

A representação também ressalta que a demora na adoção de medidas pode comprometer a recuperação de valores e prejudicar as investigações, aumentando o risco de prejuízo ao erário.

Entre os pedidos estão o bloqueio imediato dos valores envolvidos, a indisponibilidade de bens, a abertura de investigações pela Polícia Federal e a realização de auditorias pelo TCU, além do compartilhamento de informações entre os órgãos.

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