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Emenda garante R$ 1 milhão para o Fila Zero da Saúde em Matupá

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O deputado estadual Diego Guimarães (Republicanos) destinou uma emenda parlamentar equivalente a R$ 1 milhão para o programa Fila Zero da Secretaria de Saúde em Matupá.

O Fila Zero visa diminuir a quantia de pacientes que esperam por exames e procedimentos cirúrgicos, acrescentando celeridade ao funcionamento da Saúde.

“O deputado Diego Guimarães, mais uma vez atendendo nosso município. Anteriormente, ele tinha mandado R$ 1,3 milhão. Foram feitas cirurgias eletivas, como vocês viram, e agora mais R$ 1 milhão. Queremos agradecer o prefeito Bruno Mena [União], Celso Sorgatto [vice-prefeito], e a secretária de Saúde [Celia Matos]. Vamos trabalhar, os vereadores estão correndo atrás de emenda e trazendo o melhor para o município”, afirmou o vereador Samuel Carteiro.

O vereador Valdemar Frigeri, o Capitão, destacou que a destinação dessa emenda representa a continuidade de um compromisso com a Saúde firmado no ano passado.

“Tínhamos conversado no ano passado com o deputado Diego Guimarães e está nas contas da prefeitura R$ 1 milhão para a Saúde Fila Zero”, completou.

O vereador Silvano Ramos disse que a emenda é uma “notícia boa” para o início de 2026.

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Fonte: ALMT – MT

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“Não podemos retroceder”, diz Coronel Fernanda ao rebater Cattani sobre feminicídio; VEJA VÍDEO

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Uma divergência dentro do PL em Mato Grosso colocou a deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT) e o deputado estadual Gilberto Cattani (PL) em lados opostos na discussão sobre o feminicídio. A parlamentar saiu em defesa da legislação que prevê o crime como categoria penal específica e cobrou maior compromisso das autoridades com a punição dos responsáveis.

A reação ocorreu após Cattani apoiar questionamentos feitos pela deputada federal eleita Eduarda Campopiano (PL-SP) sobre a classificação do feminicídio na legislação brasileira. Ao comentar o posicionamento do colega, Coronel Fernanda afirmou que a proteção às mulheres não pode sofrer retrocessos.

“Eu, como advogada, (…) defendo a Lei do Feminicídio. Nós devemos proteger as nossas mulheres, não podemos retroceder em nada”, declarou.

Para Coronel Fernanda, o debate não deve se limitar à existência da lei, mas também precisa envolver sua aplicação. A deputada criticou a demora na responsabilização de homens que cometem assassinatos de mulheres e cobrou providências para acelerar os processos judiciais.

“Apesar de a lei existir, ainda há poucas ações do governo federal para colocar essa lei em prática”, afirmou.

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Ela também defendeu que as penas previstas sejam aplicadas de forma efetiva e que o sistema de Justiça dê respostas mais rápidas aos casos de feminicídio.

A discussão ganhou um contexto pessoal para Cattani, que citou o assassinato da própria filha, ocorrido em julho de 2024, em Nova Mutum, ao abordar o tema.

A deputada afirmou que pretende continuar atuando na Câmara Federal para barrar iniciativas que considere prejudiciais aos direitos das mulheres. Em tom enfático, declarou que não pretende recuar na defesa da legislação.

“Enquanto eu estiver na Câmara Federal, não permito, não vou deixar e vou lutar 24 horas para que nenhuma conquista de nenhuma mulher retroceda”, disse.

A parlamentar também revelou ter participado de uma reunião da bancada feminina do PL, em Brasília. O encontro abordou pautas relacionadas às mulheres e a organização de uma caravana de apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República.

Ao final, Coronel Fernanda reforçou a importância da participação feminina nos debates políticos e afirmou que as conquistas das mulheres precisam ser preservadas.

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A troca de declarações evidencia uma divergência entre integrantes do PL sobre a legislação penal relacionada à violência contra as mulheres, tema que segue presente no debate político nacional.

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