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Em reunião com vice-prefeito Stopa, João Batista discute demandas da capital

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Foto: LUCIENE LINS

No decorrer desta semana, o deputado estadual João Batista (Pros), esteve reunido com o vice-prefeito José Roberto Stopa, na Secretaria de Obras Públicas, em Cuiabá. Na ocasião, o parlamentar verificou o andamento das demandas referentes aos bairros da capital.

De acordo com João Batista, a reunião teve como objetivo principal tratar das demandas de infraestrutura e pavimentação asfáltica da grande Morada da Serra. Conforme o deputado, entre as solicitações discutidas, esteve a possibilidade de duplicação da Avenida do Rubens de Mendonça (Av. do CPA), até a rotatória que dá acesso ao bairro 1º de Março e condomínios adjacentes na região.

“Na reunião com o vice-prefeito Stopa, tratamos sobre várias pautas e demandas que chegam até o nosso gabinete. Entre os assuntos, conversamos sobre os déficits de pavimentação na grande CPA. Uma das principais reivindicações que temos recebido dos moradores, é a necessidade de duplicação do trecho entre a Avenida do CPA e a primeira rotatória que dá acesso ao bairro 1º de Março. Na Assembleia Legislativa, já apresentamos a indicação visando atender o anseio da população e faremos o que for possível para que essa obra seja executada”, disse João Batista.

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O vice-prefeito destacou que as portas da Secretaria de Obras estão abertas para o deputado João Batista, e que “fará o que estiver ao seu alcance” para atender da melhor forma as solicitações recebidas.

“Vale ressaltar que nossa secretaria está de portas abertas para o deputado João Batista, bem como, para toda sua equipe, que sempre está em contato conosco, cobrando e protocolando solicitações, que serão atendidas na medida do possível”, concluiu Stopa.

Fonte: ALMT

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Medeiros pede bloqueio de valores pagos por Vorcaro à esposa de ministro Alexandre de Moraes

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O deputado federal José Medeiros (PL) protocolou uma representação junto a órgãos de controle pedindo o bloqueio de valores, ativos e bens pagos por Daniel Vorcaro a Viviane Barcy, esposa do ministro Alexandre de Moraes. Medeiros justifica que há fortes indícios de um esquema financeiro de grandes proporções, com risco de prejuízo bilionário aos cofres públicos, e pede investigação.

O documento foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR), ao Tribunal de Contas da União (TCU), ao Banco Central, à Polícia Federal, à Controladoria-Geral da União (CGU), ao Ministério Público Federal (MPF) e ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), solicitando a adoção de medidas cautelares, incluindo o bloqueio de ativos e bens, além da instauração de notícias-crime.

Na representação, o parlamentar afirma que há suspeitas envolvendo movimentações financeiras consideradas atípicas entre o empresário Daniel Vorcaro e Viviane Barcy, com possível uso de estruturas complexas para ocultação de recursos e dificultar a rastreabilidade das operações. Viviane Barcy recebeu R$ 80 milhões de um contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master, alvo de investigação por fraudes no sistema financeiro.

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No pedido, Medeiros solicita que o Banco Central atue de forma imediata para rastrear movimentações, identificar contas vinculadas e monitorar transferências, inclusive internacionais, além de adotar medidas para evitar a dispersão dos recursos.

O parlamentar também pede investigação ampla sobre eventual participação de agentes públicos, destacando a necessidade de apuração por parte da PGR, inclusive em casos que envolvam autoridades com foro privilegiado.

“Diante da gravidade desses fatos, do risco de um prejuízo enorme e da possibilidade de sumirem com o patrimônio, é preciso uma atuação firme e imediata dos órgãos de controle. É necessário bloquear os valores, preservar os bens e investigar tudo a fundo, inclusive para apurar a responsabilidade de possíveis autoridades envolvidas”, afirmou.

A representação também ressalta que a demora na adoção de medidas pode comprometer a recuperação de valores e prejudicar as investigações, aumentando o risco de prejuízo ao erário.

Entre os pedidos estão o bloqueio imediato dos valores envolvidos, a indisponibilidade de bens, a abertura de investigações pela Polícia Federal e a realização de auditorias pelo TCU, além do compartilhamento de informações entre os órgãos.

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