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Documentário da Polícia Penal é lançado no Teatro Zulmira Canavarros

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Foto: BRUNO BARRETO / Assessoria de Gabinete

O deputado estadual João Batista do Sindspen (PP), convida toda a população para prestigiar hoje (28), às 17 horas, o lançamento do documentário “Muro Alto”, que ressalta a trajetória de evolução do Sistema Penitenciário de Mato Grosso, ao logo dos últimos dez anos. O evento será realizado nesta segunda-feira (28), no Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros, da Assembleia Legislativa.

De acordo com o parlamentar, essa será uma oportunidade de apresentar para a sociedade algumas atribuições dos policiais penais, além de ressaltar a atuação da categoria, mostrando a importância do Policial Penal para a Segurança Pública do Estado.

“Estamos muito satisfeitos com o resultado do documentário Muro Alto, uma iniciativa que tem por objetivo enaltecer o trabalho realizado pela nossa categoria. A polícia Penal de Mato Grosso é referencia nacional e esse documentário mostra exatamente isso, o profissionalismo dos servidores e a atuação operacional que fazem toda diferença no dia a dia, dentro das unidades penais”, disse João Batista.

Além da exibição do documentário, o evento contará com a solenidade de formatura dos policiais penais do Curso de Formação Inicial 2021/2022, da Academia de Polícia Penal (Acadepolp). Ao todo serão 80 novos servidores que irão compor o quadro dos policiais penais no Estado.

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Serviços

Documentário “Muro Alto” e Solenidade de formatura dos policiais penais do Curso de Formação Inicial 2021/2022.

Entrada gratuita

Local: Teatro Cerrado Zulmira Canavarros; 

Endereço: Av. André Maggi – Centro Político Administrativo, Cuiabá – MT, 78050-970; Telefone(65) 3313-6876.

Data: 28/03/2022

Horário: 17h00

Fonte: ALMT

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Medeiros pede bloqueio de valores pagos por Vorcaro à esposa de ministro Alexandre de Moraes

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O deputado federal José Medeiros (PL) protocolou uma representação junto a órgãos de controle pedindo o bloqueio de valores, ativos e bens pagos por Daniel Vorcaro a Viviane Barcy, esposa do ministro Alexandre de Moraes. Medeiros justifica que há fortes indícios de um esquema financeiro de grandes proporções, com risco de prejuízo bilionário aos cofres públicos, e pede investigação.

O documento foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR), ao Tribunal de Contas da União (TCU), ao Banco Central, à Polícia Federal, à Controladoria-Geral da União (CGU), ao Ministério Público Federal (MPF) e ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), solicitando a adoção de medidas cautelares, incluindo o bloqueio de ativos e bens, além da instauração de notícias-crime.

Na representação, o parlamentar afirma que há suspeitas envolvendo movimentações financeiras consideradas atípicas entre o empresário Daniel Vorcaro e Viviane Barcy, com possível uso de estruturas complexas para ocultação de recursos e dificultar a rastreabilidade das operações. Viviane Barcy recebeu R$ 80 milhões de um contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master, alvo de investigação por fraudes no sistema financeiro.

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No pedido, Medeiros solicita que o Banco Central atue de forma imediata para rastrear movimentações, identificar contas vinculadas e monitorar transferências, inclusive internacionais, além de adotar medidas para evitar a dispersão dos recursos.

O parlamentar também pede investigação ampla sobre eventual participação de agentes públicos, destacando a necessidade de apuração por parte da PGR, inclusive em casos que envolvam autoridades com foro privilegiado.

“Diante da gravidade desses fatos, do risco de um prejuízo enorme e da possibilidade de sumirem com o patrimônio, é preciso uma atuação firme e imediata dos órgãos de controle. É necessário bloquear os valores, preservar os bens e investigar tudo a fundo, inclusive para apurar a responsabilidade de possíveis autoridades envolvidas”, afirmou.

A representação também ressalta que a demora na adoção de medidas pode comprometer a recuperação de valores e prejudicar as investigações, aumentando o risco de prejuízo ao erário.

Entre os pedidos estão o bloqueio imediato dos valores envolvidos, a indisponibilidade de bens, a abertura de investigações pela Polícia Federal e a realização de auditorias pelo TCU, além do compartilhamento de informações entre os órgãos.

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