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Deputado Thiago Silva busca instalação da Caixa Econômica Federal em Pedra Preta

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Reunião na AL-MT

Foto: HENRIQUE COSTA PIMENTA BRAGA

O deputado Thiago Silva (MDB) recebeu na quarta-feira (9), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), a vereadora Rose Pires (MDB), de Pedra Preta, que apresentou as solicitações do município na área do social, qualificação e agricultura familiar.

A vereadora emedebista solicitou, por meio de ofício, que o deputado possa intervir junto à  Superintendência do banco, para a instalação de uma agência da Caixa Econômica Federal para atender a população de Pedra Preta, que hoje precisa de se deslocar mais de 30 km para receber o atendimento.

Pedra Preta possui hoje mais de 17 mil habitantes e para uma pessoa ir até Rondonópolis ser atendida na Caixa e retornar para casa, percorre cerca de 60 km, ida e volta. O deputado garante que já formalizou o pedido junto à  Superintendência Regional da Caixa para que Pedra Preta possa ter uma agência.

“Hoje muitas famílias precisam de se deslocar até Rondonópolis para ser atendido ou resolver um problema na Caixa, logo iremos nos reunir com o Superintendente e buscar um posto de atendimento com o objetivo de trazer economia e comodidade para milhares de famílias”, disse o deputado que se comprometeu a continuar defendendo os principais interesses e demandas da população de Pedra Preta junto aos governos estadual e federal.

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“Recebemos esse pedido de várias famílias de Pedra Preta e precisamos que a Caixa tenha sensibilidade para descentralizar o atendimento e garantir mais facilidade para os clientes do banco”, concluiu a vereadora.  

Fonte: ALMT

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Medeiros pede bloqueio de valores pagos por Vorcaro à esposa de ministro Alexandre de Moraes

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O deputado federal José Medeiros (PL) protocolou uma representação junto a órgãos de controle pedindo o bloqueio de valores, ativos e bens pagos por Daniel Vorcaro a Viviane Barcy, esposa do ministro Alexandre de Moraes. Medeiros justifica que há fortes indícios de um esquema financeiro de grandes proporções, com risco de prejuízo bilionário aos cofres públicos, e pede investigação.

O documento foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR), ao Tribunal de Contas da União (TCU), ao Banco Central, à Polícia Federal, à Controladoria-Geral da União (CGU), ao Ministério Público Federal (MPF) e ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), solicitando a adoção de medidas cautelares, incluindo o bloqueio de ativos e bens, além da instauração de notícias-crime.

Na representação, o parlamentar afirma que há suspeitas envolvendo movimentações financeiras consideradas atípicas entre o empresário Daniel Vorcaro e Viviane Barcy, com possível uso de estruturas complexas para ocultação de recursos e dificultar a rastreabilidade das operações. Viviane Barcy recebeu R$ 80 milhões de um contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master, alvo de investigação por fraudes no sistema financeiro.

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No pedido, Medeiros solicita que o Banco Central atue de forma imediata para rastrear movimentações, identificar contas vinculadas e monitorar transferências, inclusive internacionais, além de adotar medidas para evitar a dispersão dos recursos.

O parlamentar também pede investigação ampla sobre eventual participação de agentes públicos, destacando a necessidade de apuração por parte da PGR, inclusive em casos que envolvam autoridades com foro privilegiado.

“Diante da gravidade desses fatos, do risco de um prejuízo enorme e da possibilidade de sumirem com o patrimônio, é preciso uma atuação firme e imediata dos órgãos de controle. É necessário bloquear os valores, preservar os bens e investigar tudo a fundo, inclusive para apurar a responsabilidade de possíveis autoridades envolvidas”, afirmou.

A representação também ressalta que a demora na adoção de medidas pode comprometer a recuperação de valores e prejudicar as investigações, aumentando o risco de prejuízo ao erário.

Entre os pedidos estão o bloqueio imediato dos valores envolvidos, a indisponibilidade de bens, a abertura de investigações pela Polícia Federal e a realização de auditorias pelo TCU, além do compartilhamento de informações entre os órgãos.

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