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Deputado propõe Salas Sensoriais em todas as escolas de MT

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O deputado estadual Thiago Silva (MDB) apresentou o Projeto de Lei nº 487/2025, neste mês (2), na Assembleia Legislativa, que propõe a obrigatoriedade da criação de espaços sensoriais em todas as instituições de ensino do Estado de Mato Grosso.

A proposta tem como objetivo garantir ambientes acessíveis e acolhedores para estudantes com transtornos sensoriais, deficiências e outras necessidades educacionais específicas. Os espaços sensoriais são ambientes especialmente planejados para oferecer estímulos táteis, visuais, auditivos e olfativos, promovendo o desenvolvimento cognitivo, emocional e físico das crianças.

“Em nossas visitas por todo o estado, essa é uma das principais demandas das famílias de pessoas com deficiência. Precisamos de um olhar mais sensível e comprometido com a inclusão. Investir em espaços sensoriais é garantir dignidade e oportunidades iguais dentro do ambiente escolar”, destacou o deputado Thiago Silva.

De acordo com o projeto, esses espaços deverão ser equipados com materiais específicos de estimulação sensorial, mobiliário adaptado que assegure conforto e segurança, recursos tecnológicos que potencializem a aprendizagem e profissionais capacitados para conduzir as atividades. A proposta visa criar um ambiente propício à inclusão, respeitando as individualidades e promovendo o desenvolvimento integral de cada estudante.

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A iniciativa está alinhada à Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015), que assegura o direito à educação inclusiva em todos os níveis e modalidades de ensino. A criação dos espaços sensoriais representa um avanço significativo na construção de uma escola mais justa e acessível para todos.

Fonte: ALMT – MT

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Medeiros pede bloqueio de valores pagos por Vorcaro à esposa de ministro Alexandre de Moraes

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O deputado federal José Medeiros (PL) protocolou uma representação junto a órgãos de controle pedindo o bloqueio de valores, ativos e bens pagos por Daniel Vorcaro a Viviane Barcy, esposa do ministro Alexandre de Moraes. Medeiros justifica que há fortes indícios de um esquema financeiro de grandes proporções, com risco de prejuízo bilionário aos cofres públicos, e pede investigação.

O documento foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR), ao Tribunal de Contas da União (TCU), ao Banco Central, à Polícia Federal, à Controladoria-Geral da União (CGU), ao Ministério Público Federal (MPF) e ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), solicitando a adoção de medidas cautelares, incluindo o bloqueio de ativos e bens, além da instauração de notícias-crime.

Na representação, o parlamentar afirma que há suspeitas envolvendo movimentações financeiras consideradas atípicas entre o empresário Daniel Vorcaro e Viviane Barcy, com possível uso de estruturas complexas para ocultação de recursos e dificultar a rastreabilidade das operações. Viviane Barcy recebeu R$ 80 milhões de um contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master, alvo de investigação por fraudes no sistema financeiro.

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No pedido, Medeiros solicita que o Banco Central atue de forma imediata para rastrear movimentações, identificar contas vinculadas e monitorar transferências, inclusive internacionais, além de adotar medidas para evitar a dispersão dos recursos.

O parlamentar também pede investigação ampla sobre eventual participação de agentes públicos, destacando a necessidade de apuração por parte da PGR, inclusive em casos que envolvam autoridades com foro privilegiado.

“Diante da gravidade desses fatos, do risco de um prejuízo enorme e da possibilidade de sumirem com o patrimônio, é preciso uma atuação firme e imediata dos órgãos de controle. É necessário bloquear os valores, preservar os bens e investigar tudo a fundo, inclusive para apurar a responsabilidade de possíveis autoridades envolvidas”, afirmou.

A representação também ressalta que a demora na adoção de medidas pode comprometer a recuperação de valores e prejudicar as investigações, aumentando o risco de prejuízo ao erário.

Entre os pedidos estão o bloqueio imediato dos valores envolvidos, a indisponibilidade de bens, a abertura de investigações pela Polícia Federal e a realização de auditorias pelo TCU, além do compartilhamento de informações entre os órgãos.

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