POLÍTICA MT
Deputado, procurador-geral do MP e prefeito de Água Boa tratam com TJMT da construção da Promotoria no município
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O deputado Dr. Eugênio de Paiva (PSB), o prefeito de Água Boa (Dr. Mariano Kolankiewicz) e o procurador-geral de Justiça (Rodrigo Fonseca Costa) lideraram reunião no Tribunal de Justiça (TJMT) para tratar da construção da nova sede da Promotoria de Água Boa . O promotor do município Luis Lima Lentisco e a primeira-dama e deputada federal Juliana Kolankiewicz também participaram da reunião.
A demanda levada ao tribunal foi a cessão de parte de uma área anexa pertencente ao Fórum de Água Boa para a construção da promotoria. Eles foram recebidos pelo juiz auxiliar da presidência, Túlio Duailibi Alves Souza, em nome do presidente, desembargador José Zuquim Nogueira.
“Nós tratamos hoje aqui de uma demanda para o Tribunal de Justiça ceder uma área do terreno pertencente ao Fórum de Água Boa, algo em torno de 7 mil metros quadrados, para a construção da nova sede da promotoria no município”, disse Dr. Eugênio.
“Essa ação envolvendo o Tribunal de Justiça e o Ministério Público Estadual fará com que em um local só nós vamos conseguir resolver as duas coisas, ligando as duas instituições”, explicou o Deputado do Araguaia, em reunião na semana passada.
O prefeito Dr. Mariano afirmou que a prefeitura vai realizar a construção do prédio. Ele agradeceu a recepção feita pelo juiz auxiliar Túlio e o procurador-geral de Justiça, Rodrigo Fonseca Costa. “Estivemos aqui no Tribunal de Justiça demonstrando a importância e a necessidade de se construir a nova promotoria em Água Boa. Em uma conversa sobre o terreno ao lado do fórum”, afirmou Dr. Mariano.
As autoridades estavam acompanhadas do promotor de Ribeirão Cascalheira, Marco Antonio Nogueira Perroni, do presidente da OAB-MT de Água Boa, Diego Mayolino Montecchi, do diretor de Engenharia da prefeitura, Marcelo Alves e do coordenador jurídico do deputado, Júlio Tardin.
Fonte: ALMT – MT
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Medeiros pede bloqueio de valores pagos por Vorcaro à esposa de ministro Alexandre de Moraes
O deputado federal José Medeiros (PL) protocolou uma representação junto a órgãos de controle pedindo o bloqueio de valores, ativos e bens pagos por Daniel Vorcaro a Viviane Barcy, esposa do ministro Alexandre de Moraes. Medeiros justifica que há fortes indícios de um esquema financeiro de grandes proporções, com risco de prejuízo bilionário aos cofres públicos, e pede investigação.
O documento foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR), ao Tribunal de Contas da União (TCU), ao Banco Central, à Polícia Federal, à Controladoria-Geral da União (CGU), ao Ministério Público Federal (MPF) e ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), solicitando a adoção de medidas cautelares, incluindo o bloqueio de ativos e bens, além da instauração de notícias-crime.
Na representação, o parlamentar afirma que há suspeitas envolvendo movimentações financeiras consideradas atípicas entre o empresário Daniel Vorcaro e Viviane Barcy, com possível uso de estruturas complexas para ocultação de recursos e dificultar a rastreabilidade das operações. Viviane Barcy recebeu R$ 80 milhões de um contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master, alvo de investigação por fraudes no sistema financeiro.
No pedido, Medeiros solicita que o Banco Central atue de forma imediata para rastrear movimentações, identificar contas vinculadas e monitorar transferências, inclusive internacionais, além de adotar medidas para evitar a dispersão dos recursos.
O parlamentar também pede investigação ampla sobre eventual participação de agentes públicos, destacando a necessidade de apuração por parte da PGR, inclusive em casos que envolvam autoridades com foro privilegiado.
“Diante da gravidade desses fatos, do risco de um prejuízo enorme e da possibilidade de sumirem com o patrimônio, é preciso uma atuação firme e imediata dos órgãos de controle. É necessário bloquear os valores, preservar os bens e investigar tudo a fundo, inclusive para apurar a responsabilidade de possíveis autoridades envolvidas”, afirmou.
A representação também ressalta que a demora na adoção de medidas pode comprometer a recuperação de valores e prejudicar as investigações, aumentando o risco de prejuízo ao erário.
Entre os pedidos estão o bloqueio imediato dos valores envolvidos, a indisponibilidade de bens, a abertura de investigações pela Polícia Federal e a realização de auditorias pelo TCU, além do compartilhamento de informações entre os órgãos.
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