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Deputado Paulo Araújo destina R$ 430 mil em emendas para Barão de Melgaço

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Foto: NAJYLLA NUNES / ASSESSORIA DE GABINETE

A fim de fortalecer e de garantir mais qualidade de vida à população de Barão de Melgaço (distante 126 km de Cuiabá), o deputado estadual Paulo Araújo (Progressistas), por meio de emendas parlamentares de sua autoria, alocou recursos do Orçamento do Governo do Estado do ano de 2021 para auxiliar a Prefeitura de Barão de Melgaço na área de infraestrutura urbana. O montante destinado à cidade é de R$ 430 mil. “Nosso objetivo é que o município de Barão [de Melgaço] ofereça uma melhor infraestrutura, para que possam atrair novas empresas, novos empreendimentos que gerem mais emprego e renda à população”, explicou Araújo.

“Durante os três anos do meu mandato, visitei dezenas de vezes o município de Barão, até porque minha esposa tem familiares que moram lá. Me reuni com centenas de representantes de todas as áreas, que me pediram apoio para diversas obras e serviços. Embora não seja possível fazer tudo o que gostaríamos, acredito que essa emenda irá contribuir para melhorar a realidade desse município na área de infraestrutura”, declarou Paulo Araújo.

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A prefeita Margareth de Munil (PSDB) agradeceu a iniciativa. “Quero agradecer o deputado Paulo Araújo não só por mais essa, mas por todas as emendas parlamentares que já destinou para Barão de Melgaço, bem como todas as articulações que ele intermedeia para trazer recursos ao nosso município. Essas emendas são frutos da boa relação que temos com o deputado, que não poupa esforços para atender as necessidades do nosso querido Barão de Melgaço. Em nome da população venho publicamente fazer este agradecimento”, disse a prefeita Margareth.

Fonte: ALMT

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Medeiros pede bloqueio de valores pagos por Vorcaro à esposa de ministro Alexandre de Moraes

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O deputado federal José Medeiros (PL) protocolou uma representação junto a órgãos de controle pedindo o bloqueio de valores, ativos e bens pagos por Daniel Vorcaro a Viviane Barcy, esposa do ministro Alexandre de Moraes. Medeiros justifica que há fortes indícios de um esquema financeiro de grandes proporções, com risco de prejuízo bilionário aos cofres públicos, e pede investigação.

O documento foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR), ao Tribunal de Contas da União (TCU), ao Banco Central, à Polícia Federal, à Controladoria-Geral da União (CGU), ao Ministério Público Federal (MPF) e ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), solicitando a adoção de medidas cautelares, incluindo o bloqueio de ativos e bens, além da instauração de notícias-crime.

Na representação, o parlamentar afirma que há suspeitas envolvendo movimentações financeiras consideradas atípicas entre o empresário Daniel Vorcaro e Viviane Barcy, com possível uso de estruturas complexas para ocultação de recursos e dificultar a rastreabilidade das operações. Viviane Barcy recebeu R$ 80 milhões de um contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master, alvo de investigação por fraudes no sistema financeiro.

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No pedido, Medeiros solicita que o Banco Central atue de forma imediata para rastrear movimentações, identificar contas vinculadas e monitorar transferências, inclusive internacionais, além de adotar medidas para evitar a dispersão dos recursos.

O parlamentar também pede investigação ampla sobre eventual participação de agentes públicos, destacando a necessidade de apuração por parte da PGR, inclusive em casos que envolvam autoridades com foro privilegiado.

“Diante da gravidade desses fatos, do risco de um prejuízo enorme e da possibilidade de sumirem com o patrimônio, é preciso uma atuação firme e imediata dos órgãos de controle. É necessário bloquear os valores, preservar os bens e investigar tudo a fundo, inclusive para apurar a responsabilidade de possíveis autoridades envolvidas”, afirmou.

A representação também ressalta que a demora na adoção de medidas pode comprometer a recuperação de valores e prejudicar as investigações, aumentando o risco de prejuízo ao erário.

Entre os pedidos estão o bloqueio imediato dos valores envolvidos, a indisponibilidade de bens, a abertura de investigações pela Polícia Federal e a realização de auditorias pelo TCU, além do compartilhamento de informações entre os órgãos.

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