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Deputado e líder comunitária cobram celeridade para construção de escola no bairro Mathias Neves

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Reunião na Seduc MT

Foto: HENRIQUE PIMENTA / ASSESSORIA DE GABINETE

O deputado estadual Thiago Silva (MDB) e a presidente do bairro Mathias Neves, Sibele Araújo, reuniram-se, na última semana, com o secretário estadual de Educação, Alan Porto, com objetivo de cobrar agilidade nos trâmites para a construção de uma escola no bairro Mathias Neves, em Rondonópolis.

Ainda em 2019, quando assumiu a presidência da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o deputado Thiago Silva apresentou indicações para que o governo construísse uma escola no bairro Mathias Neves, pois está localizado na região que mais tem que crescido em Rondonópolis. Mais de cinco mil residências existem hoje no local, que carece de infraestrutura escolar para atender as crianças e jovens.

“O secretário Alan nos informou que o problema de regularização fundiária do terreno da escola já foi resolvido e agora a Seduc está finalizando o projeto, que após aprovado, será encaminhado para a licitação. Estamos cobrando celeridade para que os moradores da região do Mathias Neves possam ser atendidos, pois as escolas mais próximas ficam a mais de 8 km do bairro”, disse o deputado.

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Sibele Araújo comentou que infelizmente, com a falta da escola, cerca de 15% das crianças do bairro hoje estão sem estudar. “Essa é uma realidade da nossa comunidade e viemos junto do deputado cobrar que a Seduc priorize esta escola, que irá garantir um melhor desenvolvimento social para as famílias do Mathias Neves e região, pois poderá atender até oito bairros adjacentes”, disse.

A presidente Sibele e o deputado Thiago também reforçaram sobre a necessidade de que o transporte escolar e o coletivo municipal possam percorrer, assim como antes, as linhas do bairro. De acordo com os porta-vozes, apenas parte do trajeto está sendo realizado, o que prejudica os trabalhadores e alunos do Mathias Neves a se locomoverem, principalmente em dias chuvosos.

Fonte: ALMT

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Medeiros pede bloqueio de valores pagos por Vorcaro à esposa de ministro Alexandre de Moraes

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O deputado federal José Medeiros (PL) protocolou uma representação junto a órgãos de controle pedindo o bloqueio de valores, ativos e bens pagos por Daniel Vorcaro a Viviane Barcy, esposa do ministro Alexandre de Moraes. Medeiros justifica que há fortes indícios de um esquema financeiro de grandes proporções, com risco de prejuízo bilionário aos cofres públicos, e pede investigação.

O documento foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR), ao Tribunal de Contas da União (TCU), ao Banco Central, à Polícia Federal, à Controladoria-Geral da União (CGU), ao Ministério Público Federal (MPF) e ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), solicitando a adoção de medidas cautelares, incluindo o bloqueio de ativos e bens, além da instauração de notícias-crime.

Na representação, o parlamentar afirma que há suspeitas envolvendo movimentações financeiras consideradas atípicas entre o empresário Daniel Vorcaro e Viviane Barcy, com possível uso de estruturas complexas para ocultação de recursos e dificultar a rastreabilidade das operações. Viviane Barcy recebeu R$ 80 milhões de um contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master, alvo de investigação por fraudes no sistema financeiro.

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No pedido, Medeiros solicita que o Banco Central atue de forma imediata para rastrear movimentações, identificar contas vinculadas e monitorar transferências, inclusive internacionais, além de adotar medidas para evitar a dispersão dos recursos.

O parlamentar também pede investigação ampla sobre eventual participação de agentes públicos, destacando a necessidade de apuração por parte da PGR, inclusive em casos que envolvam autoridades com foro privilegiado.

“Diante da gravidade desses fatos, do risco de um prejuízo enorme e da possibilidade de sumirem com o patrimônio, é preciso uma atuação firme e imediata dos órgãos de controle. É necessário bloquear os valores, preservar os bens e investigar tudo a fundo, inclusive para apurar a responsabilidade de possíveis autoridades envolvidas”, afirmou.

A representação também ressalta que a demora na adoção de medidas pode comprometer a recuperação de valores e prejudicar as investigações, aumentando o risco de prejuízo ao erário.

Entre os pedidos estão o bloqueio imediato dos valores envolvidos, a indisponibilidade de bens, a abertura de investigações pela Polícia Federal e a realização de auditorias pelo TCU, além do compartilhamento de informações entre os órgãos.

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