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Comissão de Relações Internacionais é instalada

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Foto: Helder Faria

A Comissão de Relações Internacionais, Desenvolvimento e Aperfeiçoamento Institucional foi instalada em reunião realizada na tarde desta quarta-feira (1). No encontro, foram eleitos como presidente e vice-presidente do colegiado, respectivamente, os deputados Gilberto Cattani (PL) e Júlio Campos (União). 

Após acordo entre os deputados, Cattani foi reeleito para o cargo da presidência da comissão. O parlamentar foi idealizador do colegiado, que foi criado pela Resolução nº 7.134/2021, aprovada em novembro de 2021. Esta é a última comissão permanente criada pela Assembleia Legislativa e faz parte do Núcleo Econômico.

O deputado Júlio Campos (União), por sua vez, foi eleito vice-presidente da comissão. Colegas como Wilson Santos (PSDB) e Max Russi (PSB) destacaram a ampla experiência do parlamentar, que já passou por outros cargos eletivos, como ponto positivo para escolha do nome dele. “É alguém que pode abrir portas em Brasília”, disse Santos. Já Russi defendeu que a atuação de Campos será importante para abrir diálogo com a China, por exemplo.

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A chapa única foi eleita por unanimidade. “É uma honra realmente estar de novo à frente dessa comissão criada na legislatura passada e que já fez coisas grandiosas, como um evento de escala internacional no Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros, intercâmbio com Israel e outros países próximos, busca por tecnologia em grãos”, pontuou Gilberto Cattani. Também esteve presente na reunião o deputado Juca do Guaraná (MDB). 

São membros titulares da Comissão de Relações Internacionais os deputados Gilberto Cattani, Júlio Campos, Janaina Riva (MDB), Max Russi e Wilson Santos. Na suplência estão Dr. Eugênio (PSB), Juca do Guaraná, Elizeu Nascimento (PL), Diego Guimarães (Republicanos) e Carlos Avallone (PSDB).

O colegiado tem como objetivo debater, desenvolver e fortalecer as relações internacionais do estado de Mato Grosso e também é responsável por analisar o mérito de projetos em tramitação na Casa dentro desse tema.

Fonte: ALMT

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Medeiros pede bloqueio de valores pagos por Vorcaro à esposa de ministro Alexandre de Moraes

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O deputado federal José Medeiros (PL) protocolou uma representação junto a órgãos de controle pedindo o bloqueio de valores, ativos e bens pagos por Daniel Vorcaro a Viviane Barcy, esposa do ministro Alexandre de Moraes. Medeiros justifica que há fortes indícios de um esquema financeiro de grandes proporções, com risco de prejuízo bilionário aos cofres públicos, e pede investigação.

O documento foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR), ao Tribunal de Contas da União (TCU), ao Banco Central, à Polícia Federal, à Controladoria-Geral da União (CGU), ao Ministério Público Federal (MPF) e ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), solicitando a adoção de medidas cautelares, incluindo o bloqueio de ativos e bens, além da instauração de notícias-crime.

Na representação, o parlamentar afirma que há suspeitas envolvendo movimentações financeiras consideradas atípicas entre o empresário Daniel Vorcaro e Viviane Barcy, com possível uso de estruturas complexas para ocultação de recursos e dificultar a rastreabilidade das operações. Viviane Barcy recebeu R$ 80 milhões de um contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master, alvo de investigação por fraudes no sistema financeiro.

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No pedido, Medeiros solicita que o Banco Central atue de forma imediata para rastrear movimentações, identificar contas vinculadas e monitorar transferências, inclusive internacionais, além de adotar medidas para evitar a dispersão dos recursos.

O parlamentar também pede investigação ampla sobre eventual participação de agentes públicos, destacando a necessidade de apuração por parte da PGR, inclusive em casos que envolvam autoridades com foro privilegiado.

“Diante da gravidade desses fatos, do risco de um prejuízo enorme e da possibilidade de sumirem com o patrimônio, é preciso uma atuação firme e imediata dos órgãos de controle. É necessário bloquear os valores, preservar os bens e investigar tudo a fundo, inclusive para apurar a responsabilidade de possíveis autoridades envolvidas”, afirmou.

A representação também ressalta que a demora na adoção de medidas pode comprometer a recuperação de valores e prejudicar as investigações, aumentando o risco de prejuízo ao erário.

Entre os pedidos estão o bloqueio imediato dos valores envolvidos, a indisponibilidade de bens, a abertura de investigações pela Polícia Federal e a realização de auditorias pelo TCU, além do compartilhamento de informações entre os órgãos.

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