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Botelho assegura apoio ao projeto da PM ‘Unidos Pela Paz’

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Foto: MAURICIO BARBANT / ALMT

Com 150 crianças, o projeto social ‘Unidos pela Paz’, que atende as comunidades de Santo Antônio de Leverger e Barão de Melgaço, numa iniciativa da 3ª Companhia Independente da Polícia Militar, comandada pelo tenente-coronel PM, Edylson Pintel, terá o apoio do deputado Eduardo Botelho (DEM) nas ações sociais desenvolvidas junto aos moradores da região.

A garantia foi dada pelo deputado que recebeu, nesta quinta-feira (3), em seu gabinete, o comandante Pintel, o coordenador do projeto sargento Antenor e o cabo Mendonça. Eles apresentaram o projeto Unidos pela Paz e pediram ações que promovam a ampliação do projeto, que funciona há dois anos oferecendo aulas de jiu-jitsu.  

Agora, conforme o comandante, próximo desafio é buscar parcerias para ofertar aulas de violão, flauta, coral, bem como a distribuição de uniformes e melhorar as condições do espaço na corporação onde as crianças são recebidas.  

“Viemos buscar essa parceria para que possamos levar à comunidade de Barão de Melgaço e Santo Antônio, como Mimoso e Agrovila das Palmeiras, todo esse projeto social que temos há dois anos, graças ao apoio do coronel Assis. Queremos levar também para as circunvizinhanças e o deputado Eduardo Botelho nos garantiu apoio para atender mais famílias da nossa região”, disse Pintel, ao entregar um kimono da turma de Unidos pela Paz a Botelho.  

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Botelho, que é parceiro das ações da Polícia Militar de Mato Grosso, reconheceu a importância do projeto à sociedade. “Vieram solicitar auxílio, emendas para que possam ampliar o trabalho brilhante que fazem lá junto às comunidades, com instrução e aulas de jiu-jitsu. A Polícia Militar tem feito um trabalho brilhante no estado todo, que traz esses jovens, que ao invés de ficar nas ruas, vão lá no batalhão receber treinamento de artes marciais e orientação sobre disciplina e aprender a ser um bom cidadão. Estão de parabéns!”, avaliou o parlamentar.

Fonte: ALMT

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Medeiros pede bloqueio de valores pagos por Vorcaro à esposa de ministro Alexandre de Moraes

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O deputado federal José Medeiros (PL) protocolou uma representação junto a órgãos de controle pedindo o bloqueio de valores, ativos e bens pagos por Daniel Vorcaro a Viviane Barcy, esposa do ministro Alexandre de Moraes. Medeiros justifica que há fortes indícios de um esquema financeiro de grandes proporções, com risco de prejuízo bilionário aos cofres públicos, e pede investigação.

O documento foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR), ao Tribunal de Contas da União (TCU), ao Banco Central, à Polícia Federal, à Controladoria-Geral da União (CGU), ao Ministério Público Federal (MPF) e ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), solicitando a adoção de medidas cautelares, incluindo o bloqueio de ativos e bens, além da instauração de notícias-crime.

Na representação, o parlamentar afirma que há suspeitas envolvendo movimentações financeiras consideradas atípicas entre o empresário Daniel Vorcaro e Viviane Barcy, com possível uso de estruturas complexas para ocultação de recursos e dificultar a rastreabilidade das operações. Viviane Barcy recebeu R$ 80 milhões de um contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master, alvo de investigação por fraudes no sistema financeiro.

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No pedido, Medeiros solicita que o Banco Central atue de forma imediata para rastrear movimentações, identificar contas vinculadas e monitorar transferências, inclusive internacionais, além de adotar medidas para evitar a dispersão dos recursos.

O parlamentar também pede investigação ampla sobre eventual participação de agentes públicos, destacando a necessidade de apuração por parte da PGR, inclusive em casos que envolvam autoridades com foro privilegiado.

“Diante da gravidade desses fatos, do risco de um prejuízo enorme e da possibilidade de sumirem com o patrimônio, é preciso uma atuação firme e imediata dos órgãos de controle. É necessário bloquear os valores, preservar os bens e investigar tudo a fundo, inclusive para apurar a responsabilidade de possíveis autoridades envolvidas”, afirmou.

A representação também ressalta que a demora na adoção de medidas pode comprometer a recuperação de valores e prejudicar as investigações, aumentando o risco de prejuízo ao erário.

Entre os pedidos estão o bloqueio imediato dos valores envolvidos, a indisponibilidade de bens, a abertura de investigações pela Polícia Federal e a realização de auditorias pelo TCU, além do compartilhamento de informações entre os órgãos.

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