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Barranco cobra Sinfra sobre recuperação da MT-170 entre Juína e Castanheira

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Foto: PEDRO LUIS VELASCO DE BARROS

O deputado estadual Valdir Barranco (PT) apresentou uma indicação (nº 594/2022) para que a Secretaria Estadual de Infraestrutura e Logística (Sinfra), sob tutela do secretário Marcelo de Oliveira e Silva, faça com urgência a recuperação asfáltica da MT-170, no trecho compreendido entre Juína (745 km de Cuiabá) e Castanheira (776 km da capital). O pedido veio após inúmeras reclamações de moradores de ambos os municípios e motoristas que trafegam pela região. O documento foi apresentado na Assembleia Legislativa (ALMT) no dia 9 de fevereiro. 

Com o aumento das chuvas, crateras se formaram no trecho entre Juína e Castanheira, causando acidentes, inclusive com vítimas fatais, na região noroeste. O deputado destaca que a região é produtiva e de grande importância para a comunidade e de quem trafega pela região. “Além do cuidado com as pessoas que usam da estrada diariamente, logo precisamos que a Sinfra possa fazer o trabalho de tapa buraco com objetivo de atender a demanda da população local e de motoristas que passam por lá”, disse o parlamentar.

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Barranco comunica que essa situação coloca em risco de acidentes, os usuários e com a falta de manutenção na rodovia e com isso dificulta muito também a escoação dos produtos agrícolas, tão importantes para a renda dos moradores.

“A MT está intransitável, são muitos buracos no seu trecho e que estão causando graves acidentes. E se não fazer uma operação tapa buraco imediatamente, com certeza os gastos serão bem maior, sem contar os prejuízos e outras perdas irreparáveis. Portanto esta reivindicação da MT 170, busca melhoria da locomoção, segurança e qualidade de vida”, finalizou.

Fonte: ALMT

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Medeiros pede bloqueio de valores pagos por Vorcaro à esposa de ministro Alexandre de Moraes

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O deputado federal José Medeiros (PL) protocolou uma representação junto a órgãos de controle pedindo o bloqueio de valores, ativos e bens pagos por Daniel Vorcaro a Viviane Barcy, esposa do ministro Alexandre de Moraes. Medeiros justifica que há fortes indícios de um esquema financeiro de grandes proporções, com risco de prejuízo bilionário aos cofres públicos, e pede investigação.

O documento foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR), ao Tribunal de Contas da União (TCU), ao Banco Central, à Polícia Federal, à Controladoria-Geral da União (CGU), ao Ministério Público Federal (MPF) e ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), solicitando a adoção de medidas cautelares, incluindo o bloqueio de ativos e bens, além da instauração de notícias-crime.

Na representação, o parlamentar afirma que há suspeitas envolvendo movimentações financeiras consideradas atípicas entre o empresário Daniel Vorcaro e Viviane Barcy, com possível uso de estruturas complexas para ocultação de recursos e dificultar a rastreabilidade das operações. Viviane Barcy recebeu R$ 80 milhões de um contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master, alvo de investigação por fraudes no sistema financeiro.

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No pedido, Medeiros solicita que o Banco Central atue de forma imediata para rastrear movimentações, identificar contas vinculadas e monitorar transferências, inclusive internacionais, além de adotar medidas para evitar a dispersão dos recursos.

O parlamentar também pede investigação ampla sobre eventual participação de agentes públicos, destacando a necessidade de apuração por parte da PGR, inclusive em casos que envolvam autoridades com foro privilegiado.

“Diante da gravidade desses fatos, do risco de um prejuízo enorme e da possibilidade de sumirem com o patrimônio, é preciso uma atuação firme e imediata dos órgãos de controle. É necessário bloquear os valores, preservar os bens e investigar tudo a fundo, inclusive para apurar a responsabilidade de possíveis autoridades envolvidas”, afirmou.

A representação também ressalta que a demora na adoção de medidas pode comprometer a recuperação de valores e prejudicar as investigações, aumentando o risco de prejuízo ao erário.

Entre os pedidos estão o bloqueio imediato dos valores envolvidos, a indisponibilidade de bens, a abertura de investigações pela Polícia Federal e a realização de auditorias pelo TCU, além do compartilhamento de informações entre os órgãos.

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