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Associação Intermunicipal busca estadualização da ligação da MT-339 a 343

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A busca pela estadualização da ligação da MT-339 a 343 ganhou um novo aliado: o deputado estadual Chico Guarnieri (PRD). O parlamentar se reuniu com os representantes da Associação Intermunicipal dos Beneficiários da Integração Logística Oeste-Sudoeste que explicaram a importância dessa melhoria para as regiões oeste e sudoeste.

Os trechos a serem estadualizados interligam as rodovias estaduais 343,247,339 e 246, chegando a quase 100 quilômetros de extensão, passando por três municípios: Cáceres, Lambari D’Oeste e Barra do Bugres.
A reunião foi realizada no dia 6, no gabinete do deputado, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), em Cuiabá, e o presidente da Associação, Dante Petroni Neto, explicou que por essas vias é feito o escoamento da produção agrícola da região e também o caminho para o transporte escolar. Os municípios têm feito a manutenção das rodovias, porém, as gestões municipais têm suas limitações e não é possível arcar com tamanho custo.
“O deputado Chico é um apoiador nosso e também vai buscar essa estadualização que, acreditamos, vai trazer novas oportunidades de uma manutenção mais adequada, proporcionando qualidade de vida e segurança aos usuários dessas vias, garantindo o direito de ir e vir”, comentou Dante.
O deputado Chico Guarnieri garantiu o apoio à demanda apresentada pelos associados, assim como trabalhou para que a pavimentação da MT-247 também fosse realizada. Atualmente, o projeto vem sendo executado pelo Governo do Estado.
“Podemos destacar ainda que a estadualização desse trecho, que liga as MTs-339, 246, 247 e 343, vai incentivar o turismo e comércio da região, uma ação importante para a economia local que conta com um assentamento, na região da 339, além de lavoura de cana, propriedades agropecuárias, frigorífico, entre outros”, complementou o deputado estadual, Chico Guarnieri, que é presidente da Comissão de Indústria, Comércio e Turismo.

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Fonte: ALMT – MT

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Medeiros pede bloqueio de valores pagos por Vorcaro à esposa de ministro Alexandre de Moraes

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O deputado federal José Medeiros (PL) protocolou uma representação junto a órgãos de controle pedindo o bloqueio de valores, ativos e bens pagos por Daniel Vorcaro a Viviane Barcy, esposa do ministro Alexandre de Moraes. Medeiros justifica que há fortes indícios de um esquema financeiro de grandes proporções, com risco de prejuízo bilionário aos cofres públicos, e pede investigação.

O documento foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR), ao Tribunal de Contas da União (TCU), ao Banco Central, à Polícia Federal, à Controladoria-Geral da União (CGU), ao Ministério Público Federal (MPF) e ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), solicitando a adoção de medidas cautelares, incluindo o bloqueio de ativos e bens, além da instauração de notícias-crime.

Na representação, o parlamentar afirma que há suspeitas envolvendo movimentações financeiras consideradas atípicas entre o empresário Daniel Vorcaro e Viviane Barcy, com possível uso de estruturas complexas para ocultação de recursos e dificultar a rastreabilidade das operações. Viviane Barcy recebeu R$ 80 milhões de um contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master, alvo de investigação por fraudes no sistema financeiro.

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No pedido, Medeiros solicita que o Banco Central atue de forma imediata para rastrear movimentações, identificar contas vinculadas e monitorar transferências, inclusive internacionais, além de adotar medidas para evitar a dispersão dos recursos.

O parlamentar também pede investigação ampla sobre eventual participação de agentes públicos, destacando a necessidade de apuração por parte da PGR, inclusive em casos que envolvam autoridades com foro privilegiado.

“Diante da gravidade desses fatos, do risco de um prejuízo enorme e da possibilidade de sumirem com o patrimônio, é preciso uma atuação firme e imediata dos órgãos de controle. É necessário bloquear os valores, preservar os bens e investigar tudo a fundo, inclusive para apurar a responsabilidade de possíveis autoridades envolvidas”, afirmou.

A representação também ressalta que a demora na adoção de medidas pode comprometer a recuperação de valores e prejudicar as investigações, aumentando o risco de prejuízo ao erário.

Entre os pedidos estão o bloqueio imediato dos valores envolvidos, a indisponibilidade de bens, a abertura de investigações pela Polícia Federal e a realização de auditorias pelo TCU, além do compartilhamento de informações entre os órgãos.

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