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Vítimas de golpe do falso intermediador de vendas têm valores recuperados em ações da Polícia Civil

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Duas vítimas de golpes do falso intermediador de vendas aplicados durante compra de veículos pela internet tiveram os valores subtraídos recuperados pela Polícia Civil, nesta quinta-feira (17.11), em duas ações distintas realizadas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI). As duas ações resultaram em R$ 14,5 mil bloqueados em contas dos suspeitos. 

O primeiro caso foi registrado em Sinop, quando a vítima procurou a delegacia do município relatando se interessou por um veículo anunciado pela internet. Após ver o carro pessoalmente com um suposto irmão do vendedor, decidiu pela compra fazendo a transferência do valor via pix. Somente quando foi buscar o veículo descobriu que havia caído em um golpe. 

Diante das informações, os policiais de Sinop entraram em contato com a equipe da DRCI, que junto ao setor antifraudes da agência bancária conseguiu o bloqueio de R$ 8,5 mil subtraídos da vítima. 

Em outro golpe do falso intermediário de venda, dessa vez aplicado contra uma vítima de Vila Rica, as vítimas (comprador e vendedor) relataram que negociaram o veículo anunciado pela rede social Facebook. O suspeito que atuou como intermediador da venda disse que faria a entrega do veículo após a transferência do valor. 

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Somente após o valor ser transferido, as vítimas descobriram que foram enganadas pelo suspeito. Os investigadores da Delegacia de Vila Rica fizeram contato com os policiais da DRCI que conseguiram realizar o bloqueio de R$ 6 mil subtraído da vítima.

Após algumas providências de praxe junto às agências bancárias, os valores serão restituídos para as vítimas.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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