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Veículo utilizado em homicídio de Sinop é localizado e proprietário preso em flagrante pela Polícia Civil

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A Divisão de Homicídios da Polícia Civil em Sinop cumpriu na manhã desta sexta-feira (27) um mandado de busca e apreensão como parte do inquérito que investiga o homicídio de Igor Gonçalves Sassaki, ocorrido no mês passado.

Durante a investigação, a equipe da Divisão de Homicídios identificou o veículo utilizado pelos suspeitos do homicídio. Nas buscas, os investigadores apreenderam o carro e ainda uma arma de fogo, porções de cocaína, dinheiro e munições.

O proprietário do veículo foi a pessoa responsável em levar a vítima e os executores até o local onde Igor foi encontrado morto. Ele foi foi preso em flagrante por tráfico de drogas e posse irregular de arma de fogo.

Homicídio 

Igor Sassaki, de 30 anos, foi torturado e teve o seu veículo queimado pelos criminosos. O corpo foi localizado na zona rural do município, durante diligências realizadas pelos policiais da DHPP de Sinop, no dia 06 de maio.

As investigações iniciaram após receber informações sobre a localização de uma motocicleta incendiada, no bairro Vila Toscana II, que estava  em nome da vítima. Como o proprietário da motocicleta não foi localizado, a equipe de investigação iniciou levantamentos e conseguiu chegar a uma região de mata, onde encontraram poças de sangue, cápsulas de calibre 9mm,  fios utilizados para amarrar a vítima, além do lacre de tornozeleira eletrônica utilizada por Igor.

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No primeiro momento, o corpo não foi localizado. Os policiais iniciaram a varredura da região e, a aproximadamente 200 metros de distância dos objetos, avistaram um monte de capim amassado, com terra aparentemente mexida. Os policiais começaram a escavação e encontraram o corpo da vítima.

Um dos envolvidos no homicídio foi preso pela Polícia Civil no dia 13 de maio.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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