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Veículo do Rio de Janeiro é recuperado em Rondonópolis/MT

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Na noite de ontem (04), na BR 364, no município de Rondonópolis/MT, a Polícia Rodoviária Federal abordou um veículo que seguia sentido Cuiabá.

Durante a abordagem o condutor foi questionado sobre a viagem e apresentou informações desconexas, o que gerou suspeitas por parte dos policiais.

Iniciado a fiscalização, foram encontrados indícios de adulteração em alguns elementos identificadores do veículo. Ao realizar as consultas, constatou-se que a placa aparente não se tratava da original, a qual foi encontrada no interior do automóvel.

 Além disso, constava um registro de roubo do veículo na cidade do Rio de Janeiro em maio deste ano.

Diante das informações obtidas, o homem foi detido, a princípio, por adulteração de sinal identificador de veículo automotor e receptação, sendo encaminhados à Polícia Judiciária.

Fonte: PRF MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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