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Valorização do servidor marca os 181 anos da Polícia Civil de MT

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A valorização do servidor e o despertar do senso de pertencimento à instituição, são diretrizes que marcam as celebrações do aniversário de 181 anos da Polícia Civil de Mato Grosso. Em evento, realizado na manhã desta segunda-feira (22), no Sindicato dos Investigadores em Cuiabá, policiais civis tiveram a oportunidade de olhar para dentro de si e fazer uma reflexão dos seus sentimentos.

A delegada-geral, Daniela Maidel, destacou que uma instituição forte é construída por servidores que se sentem valorizados e que este é um evento importante dentro das celebrações do aniversário da Polícia Civil, que será estendido a todas as Regionais do estado.

“A ideia é que essa palestra atinja o maior número de servidores possível. Nosso foco é dar mais importância para o nosso público interno, para a valorização do nosso servidor. Trabalhamos muito para melhorar o atendimento com o público externo e relacionamento com outras instituições e acabamos esquecendo o mais importante, que são nossos policiais e demais servidores que formam a instituição”, disse a delegada-geral.

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A palestra com o tema “Ouvir é diferente de escutar” ministrada pelo coordenador da Polícia Comunitária, delegado Carlos Francisco de Moraes, trouxe uma percepção mais aprofundada sobre os cinco sentidos no ambiente institucional. O tema chamou a atenção para como as nossas palavras, ações e comportamentos podem interferir na nossa própria vida e de cada pessoa que fazem parte do nosso ambiente.

“A Polícia Civil é feita de pessoas e essas pessoas somos nós. Devemos sempre lembrar que a Polícia não existe sem os seus servidores e por isso devemos sempre procurar estar bem, para podermos doar o melhor de nós”, disse Carlos Francisco.

Ao final do evento, o delegado da Acadepol, Marcos Aurélio Veloso, fez uma oração com todos os presentes, momento em que aproveitou a oportunidade para destacar a gestão da delegada-geral Daniela Maidel. “Quero dizer que tenho muita admiração pelo trabalho que vem sendo realizado, com muito carinho, amor e também com muita firmeza, e que dá continuidade ao que já estava sendo feito, engrandecendo cada vez mais a Polícia Civil de Mato Grosso”, disse o delegado.

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Outros eventos

A celebração do aniversário de 181 anos da Polícia Civil teve início na semana passada, com a inauguração da Delegacia de Sorriso, em estrutura com mais de 1.330 m², que garatem a melhor acomodação dos servidores, assim como o atendimento à população do município.

As festividades seguem durante esta semana com reunião gerencial, entrega de uniformes e viaturas, finalizando na sexta-feira (28), com torneio de tiro, realizado na Acadepol.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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