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Três suspeitos são presos em flagrante por extorsão e associação criminosa em Nova Mutum

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Três suspeitos pelos crimes de extorsão e associação criminosa contra uma vítima de Nova Mutum foram presos em flagrante pela Polícia Civil , nesta terça-feira (28.06).

Na tarde de ontem, a vítima procurou a Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) informando que dois suspeitos foram até sua propriedade para extorqui-lo. Após a saída da dupla, a vítima foi até a unidade policial e informou a situação aos investigadores, que iniciaram as diligências e efetuaram a prisão dos suspeitos em um hotel da cidade, junto com um terceiro integrante.

Com com os suspeitos, além de uma réplica de pistola, foram apreendidos celulares e R$ 4.410,00 e objetos pessoais. Um dos suspeitos estava com um veículo de luxo avaliado em, aproximadamente, R$ 410 mil.

Os suspeitos vieram do Sul do país para dar continuidade a uma série de extorsões contra a vítima, que perdeu uma alta quantia em valores feitos por meio de depósitos após ser ameaçada, implicando em exposição da imagem e ameaça de morte.

Conforme as consultas realizadas pela equipe policial, os suspeitos têm antecedentes por vários delitos, entre eles extorsão.

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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