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Três pessoas são presas por pesca ilegal na Passagem da Conceição

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O Batalhão de Proteção Ambiental da Polícia Militar prendeu três homens por crime contra a fauna e pesca predatória no Rio Cuiabá, na quarta-feira (13.04), no Distrito da Comunidade Passagem da Conceição.  

Por volta das 11h, os policiais ambientais, em patrulhamento pelo rio, constataram que três pessoas estavam praticando pesca predatória com a utilização de petrecho proibidos por lei.

Na ação, a PM abordou os três homens e apreendeu tarrafas e três sacos com peixes. Entre as espécies de pescado apreendidas foram identificadas como Sairu, Piava, Curimbatá, Lambari e Dourado, em tamanhos inferiores ao permitido por lei (entre 20 a 25 cm). 

A ação resultou na apreensão de cerca de 20 quilos de pescado irregular.  

Os suspeitos foram conduzidos por pesca ilegal à Delegacia Especializada do Meio Ambiente(Dema). 

Disque-denúncia 

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939. 

Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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