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Tia procura por sobrinha que foi entregue para adoção no início dos anos 90

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Uma tia, que viu a sobrinha ser entregue para adoção no início dos anos 90, solicitou ajuda da Polícia Civil em busca por informações da familiar que atualmente se encontra com 34 anos de idade. 

A tia procurou o Núcleo de Pessoas Desaparecidas da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), na segunda-feira (19.12), contando a história da família e manifestando a vontade de reencontrar a sobrinha. 

A comunicante relatou que no ano de 1989, a sua irmã engravidou aos 13 anos de idade e um ano depois foi embora para a Áustria, deixando a sua filha com a avó. Devido às condições financeiras na época dos fatos, a avó não quis ficar com a guarda da criança, que foi encaminhada para o Orfanato Lar Espírita Monteiro Lobato. 

Desde então, a família não teve mais notícias da criança. Mesmo após 30 anos, a tia nunca esqueceu da sobrinha e busca por informações que possam ajudar no seu reencontro. 

Qualquer informação que possa ajudar na localização da familiar pode ser passada para o Núcleo de Pessoas Desaparecidas da DHPP, por meio do telefone (65) 9 9982-7766.

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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