POLÍCIA
Suspeito de matar caseiro com facadas e pauladas é preso em flagrante em Ribeirão Cascalheira
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O suspeito de 25 anos é sobrinho do dono da propriedade e foi autuado em flagrante pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver. O corpo da vítima, Jean Carlos da Silva, de 46 anos, que trabalhava como caseiro da propriedade, foi encontrado enterrado no quintal com uma pilha de entulhos queimados na tentativa de ocultar o crime.
O homicídio cruel ocorreu durante a madrugada de segunda-feira (19) quando o suspeito e a vítima, após ingerirem bebida alcoólica e fazerem uso de entorpecente (maconha) tiveram um desentendimento, que evoluiu para agressões mútuas, ocasião em que o suspeito em posse de uma faca, desferiu vários golpes contra a vítima.
Não satisfeito com as agressões de faca, o suspeito pegou um pedaço de madeira e desferiu vários golpes contra a cabeça da vítima, para sacramentar a sua morte. O crime bárbaro foi presenciado pela esposa e pelas filhas do suspeito.![]()
Após matar a vítima, o suspeito cavou uma cova, onde ocultou o corpo da vítima, cobrindo com terra e queimando diversos objetos com a finalidade de esconder os vestígios do crime.
Desconfiando de que algo poderia ter acontecido, o dono da propriedade acionou a Polícia Militar, que localizou o suspeito. Questionado, o investigado inicialmente negou o crime e disse que a vítima havia deixado a propriedade após o desentendimento que tiveram. Porém, ao ser interrogado na delegacia, o suspeito confessou o crime e revelou o local onde havia ocultado o corpo da vítima.
Em diligências na propriedade, as equipes da Polícia Civil e da Politec localizaram o corpo e apreenderam uma arma de fogo e a faca utilizada no crime. Diante dos fatos, foi lavrado o flagrante contra o suspeito, pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.
Fonte: Policia Civil MT – MT
POLÍCIA
Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil
A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.
A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.
De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.
Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.
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