POLÍCIA
Suspeito de cometer sucessivos crimes de violência doméstica tem prisão cumprida em Alto Araguaia
POLÍCIA
Policiais civis da Delegacia de Alto Araguaia, no sul do estado, prenderam nesta manhã de terça-feira (14.06) um homem que foi indiciado várias vezes por crimes no âmbito da Lei Maria da Penha.
Desde 2019, ele vem cometendo crimes de lesão corporal, injúria, ameaça e descumprimento de medidas protetivas contra a ex-convivente. Ele foi indiciado quatro vezes e responde, junto ao Poder Judiciário, pela prática desses crimes.
Há 45 dias, a vítima procurou a Delegacia de Polícia e declarou que seu ex-convivente, contra quem já tinha medidas protetivas de afastamento vigentes, continuava a perseguindo e ameaçando. Após tomar conhecimento do fato, o delegado Marcos Oliveira representou pela prisão preventiva do investigado levando como base o histórico e ciclo de violência apresentados, o que poderia resultar em possível feminicídio. Após parecer favorável do Ministério Público, o Poder Judiciário decretou a prisão do suspeito na semana passada.
Nesta manhã de terça-feira, quando seria novamente ouvido na Delegacia de Alto Araguaia, por suposta prática do crime de descumprimento de medidas protetivas e ameaça, o investigado recebeu voz de prisão diante do mandado expedido. Ele será encaminhado a unidade prisional local, passará por audiência de custódia e será colocado a disposição do Poder Judiciário.
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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