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Sesp-MT lança Operação Integrada de Carnaval nesta quinta-feira

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) lança, nesta quinta-feira (16.02), a Operação Integrada de Carnaval 2023. O evento será às 17h, na Orla do Porto, em frente à Vila Cuiabana, no bairro Porto, em Cuiabá. A operação acontece entre os dias 17 e 21 de fevereiro, principalmente em 28 pontos com festas de carnaval espalhados por 24 municípios 

No período, a Sesp-MT vai atuar com um efetivo de mais de 2,5 mil servidores das forças integradas de segurança pública na região metropolitana e no interior de Mato Grosso, com foco na prevenção em locais onde haverá a realização de festividades, bem como as vias de maior circulação de pessoas. 

O objetivo é garantir tranquilidade aos foliões e da população em geral durante os cinco dias de festa carnavalesca.

“A Sesp-MT visa o trabalho integrado, a eficiência e a qualidade da prestação do serviço de segurança pública à população mato-grossense”, reforça o secretário adjunto da Integração Operacional, coronel da Polícia Militar Fernando Carneiro. 

Serviço
Lançamento da Operação Integrada Carnaval 2023
Data: Quinta-feira (16.02)
Horário: 17h
Local: Orla do Porto, em frente à Vila Cuiabana, no bairro Porto, em Cuiabá.

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Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Imagens Policia Civil

Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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