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Sema-MT e Polícia Militar flagram transporte ilegal de 255 kg de pescado

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) e o 10º Batalhão de Polícia Militar apreenderam 255 kg de pescado ilegal que estava sendo transportado sem documento, no município de Castanheira (776 km distante de Cuiabá), nesta segunda-feira (06.03). O flagrante ocorreu em uma barreira terrestre na MT 170, que liga Castanheira até Juruena.
 
O motorista do veículo com o pescado ilegal foi conduzido para a Delegacia de Juína e foi multado em R$ 24.320. Entre as espécies apreendidas estão Trairão, Cachara, Matrinxã, Bicuda, Pacu e Bagre. Conforme o coordenador de Fiscalização de Fauna da Sema, Alan Silveira, se trata de uma grande apreensão e representa mais que o dobro da cota semanal de um pescador profissional, que é de 125 kg por semana. 
 
Fiscalização continua nos rios
 
Mesmo após o término do defeso da piracema no dia 3 de fevereiro, a fiscalização dos rios continua. “Além de verificarmos as medidas dos peixes e a quantidade transportada, as equipes de fiscalização continuam fiscalizando os rios de divisa com outros estados, onde a pesca segue proibida até o dia 28 de fevereiro”, explica o coordenador. 
 
Quem praticar a pesca ilegal pode receber multas que variam entre R$ 1 mil a R$ 100 mil, com acréscimo de R$ 20 por kg de peixe encontrado. Também poderá ter o pescado, equipamentos e embarcação apreendidos, além de responder na esfera criminal e civil pela ilegalidade.

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A Sema destaca a obrigatoriedade da carteira de pesca, seja ela amadora ou profissional, para pescar e transportar. Também deve ser respeitada a cota de transporte, que para amador é de 5 kg e um exemplar, e para profissional é de 125 kg por semana.

 
Denuncie a pesca ilegal
 
Quem se deparar com algum crime ambiental deve denunciar por meio dos telefones 0800 065 3838, WhatsApp (65) 99321-9997 ou comparecendo em uma das nove diretorias regionais ou sede da Sema em Cuiabá. 

Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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