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Sema e PM apreendem três tratores e madeira extraída ilegalmente em Nova Maringá

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), em parceria com a Polícia Militar Ambiental de Barra do Bugres, apreendeu 89 m³ de madeira extraída ilegalmente, três tratores utilizados para arraste das toras e três motosserras, durante Operação Amazônia, realizada em Nova Maringá (367 km distante de Cuiabá).

A operação foi conduzida pela Diretoria de Unidade Desconcentrada da Sema de Tangará da Serra entre os dias 17 a 21 de julho. As equipes em campo flagraram a extração de madeira e o arraste de toras sem autorização.

Três pessoas foram vistas executando o crime ambiental, uma fugiu em direção a mata, e dois suspeitos foram conduzidos até a delegacia de São José do Rio Claro. Além do flagrante, foi identificado o armazenamento de toras em esplanadas, indicando que o crime acontecia há alguns dias no local. Os tratores foram removidos com auxílio da Prefeitura de Nova Maringá, e a madeira doada para o Executivo municipal.

A quantificação da área atingida pela exploração seletiva em área de floresta será realizada posteriormente através de imagens de satélite, para subsidiar o cálculo da multa ambiental.

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O flagrante da ação criminosa foi possível pela utilização de imagens de satélite que informam o local exato da infração por meio de “alertas” de mudança de vegetação. O sistema monitora em tempo real todo o território de Mato Grosso.

Operação Amazônia

A Sema intensificou a fiscalização ambiental com a Operação Amazônia, lançada em março deste ano. Em julho, foram colocadas 24 equipes em campo ao mesmo tempo para combater o desmatamento ilegal, totalizando mais de 120 pessoas.

Quem se deparar com um crime ambiental deve denunciar por meio dos contatos: da Polícia Militar (190), ouvidoria da Sema (0800 065 3838) ou pelo novo WhatsApp para denúncias (65) 98153-0255.

Fonte: PM MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Imagens Policia Civil

Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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