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Rotam prende três pessoas com dinheiro falso em bar de Várzea Grande

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Policiais do Batalhão Rotam prenderam três homens com notas de dinheiro falsas em um bar, na quinta-feira (17.02), em Várzea Grande. Os suspeitos foram conduzidos à Delegacia da Polícia Federal.

A equipe policial foi acionada pelo gerente do estabelecimento comercial, que relatou que os suspeitos apresentaram o dinheiro falso ao efetuar o pagamento por algumas cervejas. O comunicante disse ainda que no dia 10 de feveiro, um dos homens envolvidos já teria repassado cédulas falsas em outra ocasião no bar.

Os policiais abordaram os três suspeitos e identificaram que um deles fazia uso de tornozeleira eletrônica. A Rotam também apreendeu cerca de R$ 400. Do dinheiro apreendido, duas cédulas de R$ 100 apresentavam sinais de falsificação. 

Os suspeitos foram presos. Um dos homens detidos já possui 10 passagens criminais por crime de roubo, furto, motim de presos consumado, lesão corporal, dentre outros. O trio foi entregue à Delegacia da Polícia Federal.  

Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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