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Quartel em Cuiabá não tem mais manifestantes; PM cumpre determinação judicial

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O acampamento montado em frente à 13ª Brigada de Infantaria Motorizada, localizada na Avenida Historiador Rubens de Mendonça (do CPA), em Cuiabá, foi desmobilizado na manhã desta terça-feira (10.01). A Polícia Militar esteve no local para a retirada dos materiais, como tendas e banheiros químicos, após a saída espontânea de todos os manifestantes.

A medida, tomada no âmbito da Operação Rescaldo, atende determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) e garante a desocupação da via.

Os manifestantes estavam acampados em frente ao quartel desde o final de outubro, contrários ao resultado da eleição presidencial de 2022. Ao longo do período, a Polícia Militar de Mato Grosso acompanhou as movimentações a fim de garantir o direito de ir e vir da população.

A Operação Rescaldo é coordenada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública, por meio do 1º Comando Regional da Polícia Militar. Prestam apoio o Comando de Policiamento Especializado (CPE), O 2º Comando Regional de Várzea Grande e o Batalhão de Operações Especiais (Bope).

Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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