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Projeto da Polícia Civil leva orientação sobre consumo de drogas lícitas e ilícitas a estudantes de Cáceres

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Estudantes da Escola Cívico Militar Senador Mário Motta, de Cáceres, participaram nesta quinta-feira (28.04) das atividades do Projeto De Bem com a Vida, da Polícia Civil de Mato Grosso.

As palestras atenderam 13 turmas do 6º ao 9º ano da escola, totalizando aproximadamente 800 alunos. A escola possui uma gestão compartilhada do Governo Estado e Exército Brasileiro.

As atividades fazem parte do Projeto Valores, desenvolvido pela escola no resgate aos princípios éticos e o bem viver dos jovens, com a temática da prevenção contra as drogas, álcool e cigarro eletrônico, temas abordados pela equipe da Polícia Civil.

O bate-papo foi realizado de forma objetiva, com os palestrantes abordando sobre as consequências biológicas, psicológicas e sociais do álcool e outras drogas, especialmente nos jovens, causando perdas irreparáveis à saúde e aos estudos.

Foram apresentados vídeos, músicas educativas e os alunos participaram ativamente com perguntas e relataram fatos de amigos e familiares em situação de dependência de álcool e outras drogas.

Segundo o delegado regional de Cáceres, Alex de Souza Cuyabano, o projeto faz parte das estratégias da Polícia Civil para o enfrentamento coletivo aos problemas relativos ao consumo de álcool, visando a redução dos índices de criminalidade.

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A equipe de gestão da unidade escolar elogiou a ação e ressaltou que a integração educação e segurança pública produz bons resultados, além de levar uma reflexão aos jovens e adultos para evitar o consumo de álcool. 

Escola municipal

Na semana passada, o projeto de Bem com a Vida foi levado aos estudantes da Escola Municipal Novo Oriente, no bairro Santo Antônio. A equipe da Delegacia Regional de Cáceres abordou os prejuízos causados pelo consumo precoce de álcool e o cigarro eletrônico e suas consequências nocivas à saúde.

Participaram das atividades 100 adolescentes, junto com o corpo docente da escola. Foram apresentados vídeos educativos, dinâmicas e distribuição de panfletos e brindes aos alunos.

De acordo com a investigadora Maria Aparecida, foram duas tardes de diálogo e troca de experiências. “Os alunos sentiram-se à vontade para relatar casos vivenciados com familiares e amigos, ainda ficaram surpresos com  os vídeos e fotos sobre as doenças correlatas ao consumo de bebidas e cigarros, dentre elas a cirrose hepática, síndrome do alcoolismo fetal que atinge os bebês de mães que ingerem bebidas na gravidez e alguns tipos de câncer”, explicou a policial civil.

A diretora Jane Pereira e a coordenadora Rosemar Fátima agradeceram o projeto na escola, por tratar preventivamente sobre a temática do alcoolismo, importante para a conscientização dos estudantes.

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Imagens Policia Civil

Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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