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Procurado pela Justiça de MT por estupro de vulnerável tem prisão cumprida no Pará

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Mais um foragido da Justiça de Mato Grosso foi preso no Estado do Pará, na sexta-feira (11.11), após investigação da Polícia Civil, por meio do Núcleo de Inteligência da Delegacia Regional de Confresa (1.160 km a nordeste) em conjunto com o Núcleo de Apoio à Investigação do Pará.

O homem de 45 anos estava com a prisão decretada pela Comarca de Alto Garças, pelo crime de estupro de vulnerável. Ele foi preso pela equipe de Confresa, com apoio dos policiais civis da Superintendência Regional 13º RISP e da Delegacia de Redenção (PA).

Conforme apurado, o foragido ofertou bebida alcoólica à vítima, menor de idade, para em seguida cometer os abusos sexuais.

A ação está inserida na Operação “Amón”, deflagrada para cumprimento de mandados judiciais expedidos em desfavor de autores de crime. O nome da operação “Amón” é de origem grega e quer dizer oculto ou escondido.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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