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PRF realiza operação contra crimes ambientais

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A Constituição Federal assegura que o meio ambiente é um bem de uso comum do povo, essencial à qualidade de vida e à saúde de todos. Além disso, garante que é dever do Poder Público defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações. Dessa forma, a lei estabelece que será considerado crime ambiental todo e qualquer dano ou prejuízo causado aos elementos que compõem a flora, a fauna, os recursos naturais e o patrimônio cultural.

Nesse contexto, a Polícia Rodoviária Federal tem o importante papel de fiscalizar as rodovias federais com o intuito de prevenir e reprimir atos que atentem contra o meio ambiente. Assim, as operações são intensas e rotineiras, com foco no combate a irregularidades e transgressões à lei.

Nesse sentido, a PRF no estado de Mato Grosso realizou a segunda etapa da Operação denominada “ROTAS DA AMAZÔNIA – GUARDIÕES DO BIOMA”. A ação ocorreu na cidade de Comodoro, entre os dias 06 e 15 de junho e contou com o apoio do Instituto de defesa Agropecuária de Mato Grosso (INDEA).

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As ocorrências mais comuns foram de divergências, alterações e falsificações nas documentações, Guia de Origem Florestal e o Documento de Origem Florestal (DOF). Conforme a Instrução Normativa nº 9 do Ibama, de 12 de dezembro de 2016: o Documento de Origem Florestal, constitui licença obrigatória para o transporte e armazenamento de produtos florestais de origem nativa, contendo as informações sobre a procedência dos produtos.

Além disso, também ocorreram crimes ambientais como do art. 2 e 46, § único da Lei Federal nº 9.605/1998 – Lei de Crimes Ambientais, por “Transportar, adquirir, vender madeira sem licença válida” e no art. 47 do Decreto Federal nº 6.514/2008.

Durante o período da operação a PRF fiscalizou 591 veículos e 471 pessoas, além de lavrar 19 registros de Ocorrência Policial por crime ambiental. Ao total, 29 pessoas foram detidas e 456 metros cúbicos de madeira ilegal foram apreendidos.

A PRF tem como objetivo colaborar na prevenção e repressão de crimes contra o patrimônio, a ecologia, o meio ambiente e demais previstos em lei. Nessas ações foram fiscalizados diversos tipos de veículos nas mais variadas situações, o que demonstra o efetivo trabalho dos policiais em prol da sociedade.

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Fonte: PRF MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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