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PRF prende passageira com mais de 13 quilos de skunk em ônibus na BR-070

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Na manhã desta segunda-feira (04/11), por volta das 10h40, uma ação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) resultou na prisão de uma passageira que transportava aproximadamente 13,6 quilos de skunk em um ônibus que fazia a linha Porto Velho (RO) – Brasília (DF). A abordagem ocorreu na BR-070, no km 635, no município de Poconé (MT), em frente à Unidade Operacional da PRF.

Durante a fiscalização, os policiais perceberam que uma passageira, demonstrava sinais de nervosismo e apresentou versões contraditórias sobre a viagem. Em sua bagagem foram localizados 10 volumes de skunk ( supermaconha ), totalizando aproximadamente 13,630 quilos.

A mulher disse que receberia uma quantia em dinheiro para transportar a droga de Porto Velho até Goiânia (GO). A suspeita foi encaminhada à Delegacia da Polícia Civil em Poconé para os procedimentos legais cabíveis.

🔵🟡A PRF reafirma seu compromisso no combate ao tráfico de drogas e ao crime organizado na região, intensificando ações para garantir a segurança e a ordem pública.

Fonte: PRF – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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