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PRF – OPERAÇÃO ROTAS DA AMAZÔNIA – GUARDIÕES DO BIOMA

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A Polícia Rodoviária Federal realizou durante o período de 05/10 a 12/10/22, no município de Comodoro/MT mais uma fase da Operação Rotas da Amazônia – Guardiões do Bioma.

O principal objetivo da Operação é o enfrentamento os crimes fronteiriços da região norte, principalmente a criminalidade ambiental. Uma atuação integrada com o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e diversos órgãos que fazem parte da sua estrutura, como PF, FUNAI, ICMBio, INCRA, INPE, ASCOM, IBAMA, CENSIPAM e INDEA.

Em Mato Grosso foram registrados durante o período da operação 22 Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCO) por crimes ambientais, sendo 11 por adulteração no ARLA e outros 11 por transporte ilegal de madeira.

Durante o período da operação foram fiscalizados 365 pessoas e 468 veículos.

Foram apreendidos 180m³ de madeira e mais de 4500 kg de excesso de peso foram verificados nos veículos fiscalizados.

Fonte: PRF MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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