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PRF apreende skunk em mochila abandonada em ônibus e prende passageiro em Rondonópolis-MT

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Na última segunda-feira (31), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu aproximadamente 2,3 kg de skunk em uma mochila abandonada em um ônibus interestadual na BR-364, km 211, em Rondonópolis-MT.

Durante fiscalização em um ônibus  que fazia a linha Rio Branco-AC / Brasília-DF, os policiais encontraram uma mochila no compartimento de bagagens interno onde não teve identificação de quem seria o dono. Ao verificar o conteúdo da mochila, foram encontrados dois tabletes de substância análoga à skunk.

Para identificar o dono da mochila, a equipe entrou em contato com a empresa na rodoviária de Cuiabá, que forneceu as imagens do circuito de segurança. As imagens mostraram um indivíduo embarcando no ônibus com a mochila contendo a droga.

A droga teria o destino de Rio Branco-AC até Goiânia-GO.

O indivíduo foi preso em flagrante por tráfico de drogas e encaminhado à Polícia Civil de Rondonópolis.

A PRF intensifica a fiscalização em ônibus interestaduais para combater o tráfico de drogas. Denuncie atividades suspeitas pelo telefone 191.

Fonte: PRF – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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