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PRF apreende madeira com documentação irregular em Pontes e Lacerda-MT

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Encerrando o mês de fevereiro, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) constatou o transporte ilegal de madeira durante fiscalização na BR-174, km 294, em Pontes e Lacerda-MT. A ação ocorreu na manhã do dia (28).

Durante a abordagem de um caminhão Iveco/Tector, os policiais constataram a presença de madeira de essência divergente da declarada nos Documentos de Origem Florestal (DOFs) e notas fiscais apresentados.

A análise da carga revelou que parte da madeira era de espécies como Bagassa Guianense, Hymenolobium e Clarissa Recemeosa, enquanto os documentos indicavam apenas Couratauri.

A irregularidade configura crime ambiental, uma vez que o transporte de produto florestal com informações divergentes é considerado ilegal.

A PRF apreendeu o veículo e a carga, que foram encaminhados para a Polícia Judiciária Civil de Pontes e Lacerda/MT. Os responsáveis pela carga foram liberados após assinarem um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e se comprometerem a comparecer em juízo.

A PRF reforça o compromisso com a proteção ambiental e a fiscalização do transporte de produtos florestais. Denuncie crimes ambientais pelo telefone 191.

Fonte: PRF – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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