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PRF apreende cocaína enrolada no corpo de passageira de ônibus

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Na tarde de ontem (03.03), uma equipe da Polícia Rodoviária Federal do Grupo de Operações com Cães realizava fiscalização na BR 364, município de Cuiabá/MT, quando deu ordem de parada a um ônibus que fazia o trajeto Cuiabá – Brasília.

Durante o procedimento de fiscalização aos passageiros, foi utilizado o auxílio do cão farejador K9 Chica, a qual indicava uma passageira que estaria carregando algo de ilícito na bagagem, porém nada foi encontrado.

Tal situação gerou suspeita por parte dos policiais, que perceberam que ela aparentava muito nervosismo e não conseguia responder as perguntas que lhe eram feitas. Notou-se também que ela tinha bastante dificuldade em se movimentar.

Diante disso, foi solicitado apoio de uma policial feminina para efetuar a revista pessoal na passageira, momento em que foi encontrado amarrado em seu corpo um invólucro contendo droga, um total de 6kg de cocaína.

Questionada sobre o ilícito, ela informou que pegou a droga na cidade de Cáceres-MT e levaria até a cidade de Recife/PE. Diante dos fatos, a mulher foi detida, a princípio, pelo crime de tráfico de drogas e encaminhada à Polícia Judiciária para as providências cabíveis.

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Fonte: PRF MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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