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Polícias Civil e Federal alinham ações para repressão de crimes cibernéticos

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), participou, na quarta-feira (05.05), de uma reunião com a Polícia Federal para o alinhamento de ações e investigações de repressão a crimes praticados pela internet.

Participaram da reunião, o delegado titular da DRCI, Ruy Guilherme Peral da Silva, o superintendente da Polícia Federal, Sérgio Sadao Mori, a chefe da Grupo de Repressão a crimes cibernético, Karoline Araújo Diniz e o delegado regional de Investigação e Combate ao Crime Organizado, Jorge Vinícius Gobira Nunes.

O encontro teve o objetivo de realizar alinhamentos institucionais, troca de informações, para repressão uniforme aos crimes cibernéticos, aqui no estado de Mato Grosso e em outros estados dependendo do caso concreto investigado.

Segundo o delegado da DRCI, Ruy Peral, a Polícia Civil de Mato Grosso tem buscado esse alinhamento com outras instituições, como agências bancárias e forças de segurança, com o objetivo de coletar dados e informações, alinhamento investigativo, a fim de reprimir de maneira uniforme e eficaz os crimes praticados pela internet.

“A internet não possui fronteiras, desta forma, torna-se cada vez mais necessária a criação dessa rede de contatos e apoio para reprimir fortemente os crimes que ocorrem em ambiente virtual”, destacou o delegado.

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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