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Policiais militares impedem mulher de se jogar da ponte em Cuiabá

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Policiais do 1º Batalhão impediram uma mulher de se jogar da Ponte Sérgio Motta, na manhã de último domingo (10.04), na Capital. Familiares da mulher foram localizados e levaram a vítima já calma para casa. 

A equipe da Polícia Militar foi informada de que havia uma mulher muita angustiada, aparentando que iria se atirar da ponte. De imediato, os policiais chegaram ao local da ocorrência, e a equipe iniciou a verbalização com uma mulher intervindo por meio de palavras de conforto, oração e uma passagem bíblica para acalmá-la. 

Um dos policiais chegou a fazer uma oração direcionada à mulher que acabou se acalmando. De acordo com o comandante do 1º BPM, tenente-coronel Reginaldo Aziz Ferreira, a rapidez da equipe e o acolhimento a mulher que estava agitada e em desespero foram essenciais para impedir uma tragédia. 

“A ação dos militares foi de extrema importância obtendo êxito em convencer a vítima a desistir dessa terrível atitude, fizemos uma oração juntos, o nosso policial conversou com ela e graças a Deus, ela se acalmou. O nosso lema é “Servir e Proteger” qualquer cidadão de bem, conte sempre conosco”, relatou o comandante. 

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Uma funcionária do Centro de Atenção Psicossocial (CASP) esteve no local e ajudou os policiais militares a prestarem apoio à mulher, acionando familiares que a levaram para casa.  

Fonte: PM MT

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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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