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Policiais iniciam curso de operações especiais para novos “caveiras” do Bope

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Vinte policiais militares participam do IV curso de Operações Especiais da Polícia Militar de Mato Grosso(Coesp-PMMT). A aula inaugural da capacitação foi realizada na manhã desta quinta-feira (07), no auditório do Quartel- geral, na Capital. O policial militar que chegar à reta final do exigido curso passará a ser um “caveira”.   

Na aula inaugural, o comandante-geral da PMMT, coronel Alexandre Côrrea Mendes, destacou a credibilidade da instrução e a coragem dos alunos em aceitar passar um dos maiores desafios na carreira de um policial militar. “Quero ressaltar a coragem de vocês, alunos do Coesp. É um curso que requerer muita vontade de vencer, de superar os próprios limites em prol da qualidade técnica operacional dos nossos policiais militares”, disse o coronel.  

Atualmente a Polícia Militar de Mato Grosso têm 67 policiais de operações especiais “caveiras”. O Coesp é coordenado pela Diretoria de Ensino, Instrução e Pesquisa (Deip-PMMT), por meio do Bope, e é considerado um dos cursos de operações especiais mais desafiadores do país, pois é exigido um alto nível técnico operacional de seus participantes. 

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O comandante do Bope, tenente-coronel Fabiano Pessoa, explicou que o curso começou com 27 alunos e antes, mesmo da aula inaugural, sete desistiram, por diferentes razões. “Nesta edição do Coesp, os alunos já se apresentaram no dia 14 de março, quando passaram por uma fase de preparação. Esses policiais receberam instruções de treinamento físico militar, saúde física, ofidismo, marcha, ordem unida, dentre outras etapas seletivas”, contou Fabiano.  

O Curso de Operações Especiais do Bope ( Coesp) é dividido em quatro importantes etapas, sendo a primeira chamada de “fase rústica”. Ela consiste em atividades em ambientes urbano e rural, nos quais os alunos serão submetidos a diversas situações desafiadores envolvendo privações físicas e psicológicas.

A segunda fase, a etapa policial, contará com instruções de diversas unidades especializadas como Batalhão Rotam, Batalhão Ambiental e Cavalaria – requisitos que servirá de alicerce para os alunos ingressarem para a etapa técnica, que terá instruções especificas de operações especiais como paraquedismo, mergulho, helitransportado, montanhismo, dentre outras modalidades técnicas. 

A última etapa da capacitação, a fase de operações, é o momento em que os alunos empregam todo conhecimento adquirido ao longo do curso em operações simuladas e devidamente avaliadas. O policial militar que chegar à reta final do exigido curso passará a ser um “caveira”.   

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As fases do Coesp acontecem na sede do Bope, na Escola de Formação de Aperfeiçoamento de Praças (Esfap) e no campo de Instrução Marechal Rondon do Exército Brasileiro, em Cuiabá. Dos 20 policiais militares participantes desta edição do curso, dois dos alunos pertencem a Polícia Militar do Estado de Rondônia (PMRO) e Polícia Militar do Estado de Pernambuco (PMPE).   

Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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