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Policiais de cinco Estados participam do curso de policiamento montado da PMMT

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Dezenove alunos das policiais militares de Mato Grosso e outros quatro Estados, participam do 7º Curso de Policiamento Montado da Cavalaria da PMMT, que teve início na tarde desta sexta-feira (18.02). A aula inaugural do curso foi realizada no auditório Deputado Licínio Monteiro, na Assembléia Legislativa de Mato Grosso.

Nos próximos dois meses, em período integral, os 19 policiais aprovados em processo seletivo estarão no Regimento de Policiamento Montado (RPMon) em treinamento teórico e prático para que possam atuar nas unidades especializadas de Cavalaria de todo o Brasil. Além de policiais de Mato Grosso, também participam policiais militares do Amazonas, Pará, Rio Grande do Sul e Roraima.

O comandante-geral da PMMT, coronel Jonildo José de Assis, ao dar as boas-vindas aos alunos, lembrou que a história da PM em Mato Grosso é ligada com a cavalaria e ressaltou a importância da qualificação para o policiamento montado. “A PMMT nasceu com o cavalo e nada mais justo do que estarmos fomentando o policiamento montado na instituição. Temos no Estado grandes e bravos policiais que fazem da nossa unidade uma referência e estamos avançando e buscando meios para equipar, qualificar e capacitar os nossos policiais militares cada vez mais”, completou o coronel.

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O comandante do Regimento de Policiamento Montado de Mato Grosso (RPMon), tenente-coronel Walmir Barros Rocha, destacou o início de mais um curso e ações empregadas durante as oito semanas de qualificação. “Os alunos vão receber o necessário e indispensável conhecimento para serem entregues nas ações e operações de policiamento montado. As dificuldades a serem percorridas durante o curso, serão apenas um preparativo para os grandes desafios que virão, e a resiliência é o resultado de todos os esforços realizados por cada um dos alunos”, finalizou.

A aula inaugural do curso foi uma palestra ministrada pelo tenente-coronel Jamilson José Batista de Moura, comandante do Regimento de Policiamento Montado da Polícia Militar do Distrito Federal, com o tema “Cavalaria no Século XXI”. O tenente-coronel Batista lembrou a história da Cavalaria, as particularidades e semelhanças entre cada Estado e o emprego de ações operacionais vivenciados no Distrito Federal.

Também participaram da solenidade o comandante–geral adjunto da PM, coronel Daniel Lipi Alvarenga; coronel Paulo Cesar da Silva; comandante da Diretoria de Ensino, Instrução e Pesquisa da PM (Deip); coronel Edvan Manoel de Azevedo, comandante do Comando Especializado da PM (Cesp); coronel Ronaldo Roque da Silva, Diretor da Agência Central de Inteligência da PMMT, dentre outras autoridades civis e militares.

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Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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